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Estado de Minas

Velório de Eduardo Campos será no Palácio do Campo das Princesas


postado em 14/08/2014 08:00 / atualizado em 14/08/2014 08:22

Os restos mortais das vítimas do acidente aéreo que vitimou o presidenciável Eduardo Campos (PSB) ainda não foram liberados, mas o atual governador de Pernambuco, João Lyra Neto (PSB), já confirmou que o corpo do conterrâneo será velado na sede do governo do estado, o Palácio do Campo das Princesas, em Recife. A decisão foi tomada pela família de Campos, que deixou uma esposa com cinco filhos.

Em seguida, o ex-governador será enterrado no Cemitério de Santo Amaro, na zona central da capital pernambucana. Eduardo será sepultado ao lado do túmulo onde foi enterrado o avô dele, o também ex-governador Miguel Arraes, morto no mesmo dia 13 de agosto, no ano de 2005. O local já foi confirmado, mas a definição da data depende da liberação do corpo, que foi encaminhado, junto com os outros seis, para o Instituto Médico Legal (IML) pela perícia.

João Lyra Neto irá pessoalmente à São Paulo nesta quinta-feira agilizar as questões de liberação e traslado do corpo do candidato à presidência da República. O Palácio do Governo confirmou a intenção de realizar uma missa campal na Praça da República em memória de Eduardo Campos.

Além de Eduardo Campos, morreram no acidente quatro assessores, piloto e copiloto da aeronave. Nem todos os corpos foram resgatados do local da queda. Parte dos restos mortais chegou ao IML, no bairro de Pinheiros, na noite desta quarta-feira e uma equipe de 30 profissionais peritos trabalha na identificação das vítimas. Quatro peritos da Polícia Federal estão apoiando os trabalhos. O Corpo de Bombeiros retomou as buscas pelo restante dos corpos no começo da manhã desta quinta-feira.

De acordo com nota da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, os exames de DNA ficarão sob a responsabilidade de dez peritos do Instituto de Criminalística, especialistas em genética forense. Todo o material recolhido, como as peças do avião e objetos das vítimas, será encaminhado ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), que investiga as causas do acidente. (Com informações de Thiago Neuenschwander, Cláudia Ferreira e Jacqueline Saraiva)

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