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Estado de Minas

Pediatra que receitou alta dosagem de adrenalina a criança não volta ao trabalho


postado em 20/02/2013 13:10 / atualizado em 20/02/2013 13:24

(foto: Arquivo Pessoal)
(foto: Arquivo Pessoal)
A pediatra suspeita de receitar superdosagem de adrenalina para a menina Rafaela Luiza Formiga de Morais, de 1 ano e sete meses, que morreu após a aplicação do medicamento, apresentou um novo atestado médico de 30 dias nesta quarta-feira.

Fernanda Sousa, médica do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), deveria retornar ao trabalho na quarta, porque o prazo do primeiro atestado já havia expirado. Rafaela morreu no dia dia 23/1.

A Secretaria de Saúde informou que as investigações preliminares resultaram na abertura de um processo administrativo disciplinar para apurar o caso com mais detalhes. O prazo para conclusão da investigação é de seis meses.

A secretaria alega também que, até o momento, não está comprovada a ligação entre a morte da paciente e a aplicação de adrenalina.

Entenda o caso

No dia 20/1, Rafaela deu entrada no Hmib com alergia e vermelhidão pelo corpo. De acordo com a família da criança, a pediatra Fernanda Sousa teria receitado uma dose de 3,5 ml de medicamento para controlar os sintomas.

Minutos após ter recebido a medicação, a menina apresentou piora no quadro e foi transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Santa Maria. No dia 23/1, Rafaela teve cinco paradas cardíacas e não resistiu.


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