
Fernanda Sousa, médica do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), deveria retornar ao trabalho na quarta, porque o prazo do primeiro atestado já havia expirado. Rafaela morreu no dia dia 23/1.
A Secretaria de Saúde informou que as investigações preliminares resultaram na abertura de um processo administrativo disciplinar para apurar o caso com mais detalhes. O prazo para conclusão da investigação é de seis meses.
A secretaria alega também que, até o momento, não está comprovada a ligação entre a morte da paciente e a aplicação de adrenalina.
Entenda o caso
No dia 20/1, Rafaela deu entrada no Hmib com alergia e vermelhidão pelo corpo. De acordo com a família da criança, a pediatra Fernanda Sousa teria receitado uma dose de 3,5 ml de medicamento para controlar os sintomas.
Minutos após ter recebido a medicação, a menina apresentou piora no quadro e foi transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Santa Maria. No dia 23/1, Rafaela teve cinco paradas cardíacas e não resistiu.
