
O irmão do jovem, Felipe Paschoali, informou que apenas dois guias voluntários auxiliam nas buscas. O número, segundo ele, é insuficiente, já que o trabalho só é eficaz quando há o auxilio de guias, pois os policiais que ajudam nas operações não conhecem bem a região.
Apesar de muitos peruanos acreditarem que a família de Artur tenha condições de contratar guias capacitados, algumas manifestações de solidariedade já têm surgido. O Topos - grupo de resgate em situações de emergência - vai enviar ao país duas pessoas no início da próxima semana.
Enquanto outras mobilizações de ajuda aparecem, a família espera confiante. “Eu acho que meus pais não precisavam ter desmarcado a passagem de volta, pois eles vão voltar com meu irmão até lá”, torce Felipe.
