O delegado Elias Rodrigues, da cidade do Conde, na Paraíba, chega hoje ao Recife. Esta tarde, ele vai pessoalmente à sede do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), na Imbiribeira, para pegar uma cópia do inquérito sobre os assassinatos em série promovidos por um trio suspeito de praticar homicídios, ocultação de cadáver e canibalismo.
Rodrigues quer saber mais detalhes sobre o caso antes de dar início às escavações nos dois imóveis na Paraíba, onde Jorge Negromonte, 50, Isabel Pires, 51, e Bruna de Oliveira, 22, moraram entre os anos de 2008 e 2009. Só então, ele vai autorizar as buscas por restos mortais de outras supostas vítimas, inicialmente previstas para hoje. “A perícia está autorizada, mas quero ver se nas declarações tem alguma indicação de onde poderiam estar enterrados corpos de vítimas”, explicou.
Apesar da vinda ao Recife, Elias Rodrigues disse que não irá ouvir os depoimentos dos acusados, que supostamente estariam no Grupo de Operações Especiais (GOE), no bairro do Cordeiro. “Com a cópia do inquérito, as escavações devem acontecer amanhã ou quarta-feira, mas os suspeitos não irão participar. Para isso, eu precisaria da autorização da Justiça, pois foram presos em flagrante e estão à disposição do Judiciário”. O trio confessou os assassinatos de pelo menos oito mulheres, mas negaram ter feito alguma vítima na Paraíba. “A expectativa é de encontrar corpos, pois são psicopatas assassinos em série e acho muito difícil eles terem vivido um tempo em um local sem terem praticado outros assassinatos”, afirmou o delegado.
Em um dos imóveis na Paraíba, a polícia encontrou inúmeras valas abertas entre coqueiros e outras árvores, o que são indícios de que pode haver corpos no local ou de que houve intenção. No sábado, a polícia pernambucana localizou restos mortais enterrados na casa onde o trio morou em 2008, em Rio Doce. Os ossos provavelmente são de Jéssica Camila da Silva Pereira, desaparecida há quatro anos e supostamente a primeira vítima dos suspeitos. Os três participaram da operação e apontaram os locais onde estariam os restos. O material seguirá para DNA.
Com informações do repórter Raphael Guerra e do Diario de Pernambuco
Rodrigues quer saber mais detalhes sobre o caso antes de dar início às escavações nos dois imóveis na Paraíba, onde Jorge Negromonte, 50, Isabel Pires, 51, e Bruna de Oliveira, 22, moraram entre os anos de 2008 e 2009. Só então, ele vai autorizar as buscas por restos mortais de outras supostas vítimas, inicialmente previstas para hoje. “A perícia está autorizada, mas quero ver se nas declarações tem alguma indicação de onde poderiam estar enterrados corpos de vítimas”, explicou.
Apesar da vinda ao Recife, Elias Rodrigues disse que não irá ouvir os depoimentos dos acusados, que supostamente estariam no Grupo de Operações Especiais (GOE), no bairro do Cordeiro. “Com a cópia do inquérito, as escavações devem acontecer amanhã ou quarta-feira, mas os suspeitos não irão participar. Para isso, eu precisaria da autorização da Justiça, pois foram presos em flagrante e estão à disposição do Judiciário”. O trio confessou os assassinatos de pelo menos oito mulheres, mas negaram ter feito alguma vítima na Paraíba. “A expectativa é de encontrar corpos, pois são psicopatas assassinos em série e acho muito difícil eles terem vivido um tempo em um local sem terem praticado outros assassinatos”, afirmou o delegado.
Em um dos imóveis na Paraíba, a polícia encontrou inúmeras valas abertas entre coqueiros e outras árvores, o que são indícios de que pode haver corpos no local ou de que houve intenção. No sábado, a polícia pernambucana localizou restos mortais enterrados na casa onde o trio morou em 2008, em Rio Doce. Os ossos provavelmente são de Jéssica Camila da Silva Pereira, desaparecida há quatro anos e supostamente a primeira vítima dos suspeitos. Os três participaram da operação e apontaram os locais onde estariam os restos. O material seguirá para DNA.
Com informações do repórter Raphael Guerra e do Diario de Pernambuco
