
O caso aconteceu em 14 de fevereiro, mas veio à tona na imprensa internacional esta semana após a mãe da criança, Catherine Webster, denunciar o caso em uma publicação no Facebook. As informações são do tabloide The Sun.
Segundo a mãe, a professora disse à polícia que o incidente foi “engraçado” e que as “crianças riram quando aconteceu”. Descrevendo o filho como “tagarela” e com “tendência a fazer palhaçadas”, Catherine contou que o menino foi “disciplinado por falar demais”.
Na escola, ela confrontou o diretor sobre a punição, que supostamente foi aplicada por vários meses. Catherine alegou que o filho disse que seu rosto havia sido gravado pela professora até três vezes e outros alunos tiveram seus pulsos amarrados.
Devido à repercussão negativa, a professora pediu demissão da instituição de ensino. Conforme noticiou o Daily Mail, a educadora também teve o visto cassado, o que significa que ela não poderá mais trabalhar nos Estados Unidos.
A administração da escola lançou uma investigação sobre as alegações e garantiu aos pais que eles estavam levando o incidente muito a sério. Já o Gabinete do Xerife do Condado de Johnston também investigou as alegações de Brady, bem como outras feitas pelos pais. Mas depois de consultar o promotor distrital, o escritório do xerife não encontrou a intenção adequada para justificar uma acusação de agressão.
A mãe disse esperar que sua publicação no Facebook “sirva de exemplo” para outros professores que possam estar tendo condutas inapropriadas no ambiente escolar.
