Controlado pelos militares, o Conselho Nacional de Transição (CNT) aprovou por unanimidade, com 120 votos, a revisão da Carta de Transição.
Esta Carta funciona como a Ata fundamental durante o período que antecede a volta dos civis à liderança do país.
O Mali está mergulhado em uma grave crise política e de segurança desde 2012, quando eclodiram insurgências separatistas e de grupos jihadistas.
A revisão aprovada nesta segunda-feira estabelece que o período de transição estará em conformidade com as recomendações feitas no âmbito das consultas a nível nacional, em dezembro de 2021. Estes "conselhos" propuseram uma transição com duração de entre seis meses e cinco anos.
A data das eleições permanece um mistério, uma questão que tem causado embates entre as atuais autoridades malinesas, por um lado, e a Organização dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e parte da comunidade internacional, por outro.
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BAMAKO
Conselho de transição de Mali entra em vigor por mais cinco anos
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