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Estado de Minas

EUA proíbe entrada de juíza da Guatemala por 'corrupção significativa'


postado em 25/03/2019 18:19

Os Estados Unidos proibiram a ministra da Suprema Corte da Guatemala, Blanca Aida Stalling Dávila, atualmente afastada do cargo, de entrar no país "devido à sua participação em corrupção significativa", informou o Departamento de Estado nesta segunda-feira.

Stalling, em prisão domiciliar aguardando julgamento por suposto tráfico de influência, foi incluída na lista negra de designação pública do Departamento de Estado, com seus filhos, Julio Alejandro e Otto Fernando Molina Stalling.

Pela lei americana, o secretário de Estado pode determinar que um funcionário de um governo estrangeiro e seus familiares imediatos não são elegíveis para entrar nos Estados Unidos se ele tiver "informações confiáveis" de seu envolvimento em atos de "corrupção significativa" ou "violação grave dos direitos humanos ".

"Os Estados Unidos estão comprometidos em combater a corrupção, aumentar o respeito às liberdades fundamentais e promover a boa governança em todo o mundo", disse o Departamento de Estado em um comunicado.

Stalling foi presa em fevereiro de 2017 enquanto tentava esconder sua identidade com uma peruca vermelha, depois que um juiz denunciou a pressão dela em benefício de seu filho Otto, processado por uma fraude milionária no Instituto Guatemalteco de Seguridade Social (IGSS).

Otto Molina Stalling foi condenado no ano passado a seis anos de prisão, mas pagou uma multa de cerca de 7.000 dólares e ficou em liberdade condicional.

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