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Estado de Minas

Os dez momentos-chave do verão de 1914


postado em 28/06/2014 06:00 / atualizado em 28/06/2014 09:46


O assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do Império Austro-Húngaro, ou as batalhas de Marne e de Tannenberg (na atual Polônia), são alguns dos momentos mais importantes do verão de 1914.

                                         Veja a retrospectiva da guerra no infográfico

- 28 de junho: assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando de Habsburgo em Sarajevo pelo estudante nacionalista sérvio-bósnio Gavrilo Princip. Um mês depois a Áustria-Hungria declara guerra à Sérvia. A guerra vai se estendendo em uma reação em cadeia motivada pelas alianças entre potências.

- 5 de julho: Alemanha manifesta apoio à Áustria-Hungria.

- 28 de julho: o Império Austro-Húngaro declara guerra à Sérvia e bombardeia Belgrado, depois de dar um ultimato em 23 de julho.

- 30 de julho: Rússia ordena uma mobilização geral para intimidar a Áustria-Hungria.

- 1º de agosto: mobilizações gerais na Alemanha e na França. Berlim declara guerra à Rússia no mesmo dia.

- 3 de agosto: Alemanha declara guerra à França e as tropas alemãs invadem a Bélgica. Um dia depois, a Grã-Bretanha declara guerra à Alemanha por ter violado a neutralidade da Bélgica.

- 17 de agosto: ofensiva russa na Prússia Oriental. As forças alemãs batem em retirada, surpreendidas pela rapidez e alcance do ataque, e enviam reforços da frente ocidental.

- 18/22 de agosto: "Batalha de Fronteiras" e derrota do Exército francês, que perde 27.000 homens em 22 de agosto, o dia mais violento de toda a história.

- 26/30 de agosto: contraofensiva vitoriosa dos alemãs na Prússia Oriental. Arrasam o Exército russo em Tannenberg, ganhando tempo para se reforçarem na frente oriental e depois neutralizar as tropas russas. Mas essa tática enfraquece a frente ocidental.

- 4/10 de setembro: quando os alemães já estão se aproximando de Paris, as tropas do general Joseph Joffre os detêm em Marne, obrigando os inimigos a recuar para o norte. Essa primeira grande vitória francesa, que muda o curso da guerra, deixou meio milhão de vítimas nos dois lados. Os dois exércitos, debilitados pelos combates e com munições escassas, não poderão lançar grandes ofensivas até a primavera de 1918.


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