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Estado de Minas ROUBO EM AEROPORTO

DJ e namorada de Monique Evans, Cacá Werneck diz que não roubou perfume

Ela é apontada como como suspeita de furtar uma frasco de perfume no Aeroporto de Confins durante o fim de semana


22/03/2022 20:57 - atualizado 22/03/2022 23:17

Ela disse que está cada vez mais ansiosa para provar sua inocência
Ela disse que está cada vez mais ansiosa para provar sua inocência (foto: Reprodução/Instagram)
“A partir de agora, quem vai falar por mim será o meu advogado, que é uma pessoa maravilhosa”. A afirmação é da DJ Cacá Werneck, mulher de Monique Evans, que usou as redes sociais para se defender da acusação de ter roubado um frasco de perfume em uma loja do Aeroporto de Confins, na Grande BH. Ela foi detida ao desembarcar em Uberlândia.

 

Cacá Werneck foi às redes para falar sobre a acusação. “Graças a Deus tenho meus valores intactos e uma família maravilhosa. Vou provar minha inocência custe o que custar”.

Ela disse que está cada vez mais ansiosa para provar sua inocência e afirma que tem a nota da compra. “Paguei pelo que comprei”.

O caso

A Polícia Federal afirmou, em nota, que a prisão em flagrante ocorrida no Aeroporto de Uberlândia, Triângulo Mineiro, foi feita em consonância com o ordenamento jurídico, aplicando a lei, sem qualquer distinção em relação à suspeita.


A PF afirma que as imagens do sistema interno de segurança do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, e informações constantes do auto de prisão em flagrante, demonstram que, apesar de a presa ter pago por dois perfumes, houve o furto de um terceiro. A PF não divulga imagens que exponham pessoas, mesmo as suspeitas de crimes.


Ela é apontada como suspeita de furtar um frasco de perfume no Aeroporto de Confins durante o fim de semana. O gerente da loja afirma que percebeu que o produto tinha sumido. Na verificação da bagagem, foram encontrados três frascos de perfume e, segundo informações, ela teria pago por dois.


A Polícia Federal diz ter tido ajuda da concessionária que administra o Aeroporto, e que as imagens permitiram a identificação da mulher, no caso, a DJ.


O caso será encaminhado para a 3ª Vara Criminal de Sete Lagoas. Se condenada, Cacá Werneck poderá cumprir até quatro anos de reclusão.

 


 


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