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Estado de Minas PANDEMIA

BH ultrapassa marca de 100 mil casos de COVID-19

Capital mineira computou 37 mortes pela doença no balanço desta quinta-feira (18/2)


18/02/2021 17:42 - atualizado 18/02/2021 17:59

BH registra 103.556 casos confirmados de COVID-19 até esta quinta (18/2)(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
BH registra 103.556 casos confirmados de COVID-19 até esta quinta (18/2) (foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
Belo Horizonte ultrapassou, nesta quinta (18/2), a marca de 100 mil diagnósticos confirmados da COVID-19. São 103.556 casos no total: 2.626 mortes, 4.753 em acompanhamento e 96.198 pacientes recuperados.

 

Os dados fazem parte do boletim epidemiológico e assistencial da prefeitura. O documento acrescentou 4.124 casos e 37 óbitos em relação ao balanço anterior, divulgado nessa quarta (17/2).

 

Pelo segundo dia consecutivo, as taxas de ocupação dos leitos de UTI e de enfermaria sofreram quedas. No caso da terapia intensiva, o dado caiu de 63,4% para 62,9%.

 

 

 

Portanto, a estatística permanece na zona de alerta, a intermediária da escala de risco, definida entre 50 e 70 pontos percentuais.

 

A taxa de uso das enfermarias caiu de 47% para 46,4%. Por isso, está no estágio controlado. Esse é o menor percentual do indicador desde 3 de dezembro.

 

 

 

Por outro lado, o número médio de transmissão por infectado subiu de 0,94 para 0,95. Ainda assim, o parâmetro permanece no nível controlado.

 

Perfil das vítimas

 

No levantamento por regionais, a Noroeste é a região com maior número de mortes por COVID-19 em BH: 348, 30 a mais a Região Nordeste. Na sequência, aparecem Oeste (315), Leste (297), Barreiro (296), Centro-Sul (295), Venda Nova (273), Pampulha (248) e Norte (236).

 

Além disso, no total, 1.429 homens perderam a vida para a virose em BH. A quantidade de mulheres mortas é de 1.197.

 

A faixa etária mais morta pela COVID-19 são os idosos: 83,7% (2.198 no total). Na sequência, aparecem aqueles entre 40 e 59 anos: 14,12% (371).

 

Há, ainda, 54 óbitos entre 20 e 39 anos (2,06%), um pré-adolescente entre 10 e 14 anos (0,04%) e duas crianças entre 1 e 4 (0,08%).

 

Ainda conforme o boletim da prefeitura, 97,4% dos mortos apresentavam ao menos uma comorbidade, sendo cardiopatia, diabetes, pneumopatia e obesidade as mais comuns.

 

Em BH, 67 pessoas morreram com quadros clínicos de COVID-19 sem comorbidade: 55 homens e 12 mulheres. A maioria tinha entre 40 e 59 anos.


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