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Estado de Minas PRECARIEDADE

Laboratório de Frutal é interditado por causa de várias irregularidades

Antes da interdição, segundo a Secretaria de Saúde, o Laboratório Municipal funcionava sem alvará sanitário


11/01/2021 20:37 - atualizado 11/01/2021 21:34

Devido as irregularidades, o local estava infringindo normas sanitárias(foto: Prefeitura de Frutal/divulgação)
Devido as irregularidades, o local estava infringindo normas sanitárias (foto: Prefeitura de Frutal/divulgação)
Paredes com mofo e infiltração, portas e cadeiras quebradas, equipamentos antigos e sucateados, entre outras irregularidades e precariedades. Essa é a situação do Laboratório Municipal de Frutal que foi interditado nesta segunda-feira (11/01). A Secretária de Saúde da cidade informou que vai priorizar a reforma e restruturação do local.  
 
Além disso, o prefeito de Frutal, Bruno Augusto, afirmou que, apesar da interdição, o atendimento no Laboratório Municipal não será prejudicado, já que será feito em laboratórios particulares da cidade. “Isso se estenderá até que seja finalizada a construção do novo Laboratório Municipal que ficará localizado no Hospital Frei Gabriel”, assegurou. 

A secretaria de Saúde da cidade, Lamonise Maria Alves Ribeiro, contou que o setor da recepção do Laboratório Municipal está com os vidros quebrados, o que permite que animais entrem no interior do prédio. “Já na sala de coleta não há cadeiras adequadas para fazer o recolhimento do material, o setor de análise sofre com a ausência de bancada, falta de equipamentos e ainda não se tem um espaço físico adequado”.
 
Lamonise Ribeiro revelou também que o Laboratório Municipal de Frutal estava funcionando sem o alvará sanitário. “E isso me preocupa muito porque a gente não tem a menor condição de permanecer com o laboratório como está, pois, atualmente, ele está infringindo as normas sanitárias. Isso prejudica não só a população, como também os servidores que trabalham em uma situação insalubre e com riscos sérios de contaminação”, lamentou.
 
Márcio José Lúcio de Oliveira, que trabalha há 22 anos como técnico no Laboratório Municipal, criticou a falta de estrutura do espaço físico do local. “Temos que conviver com mofos e vazamentos. A sala de análise é muito pequena e, além disso, quando chove não temos espaço para acolher os pacientes que muitas vezes são obrigados a tomar chuva”, contou.


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