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Estado de Minas SUSPEITA DE ABUSO SEXUAL

Menino chama polícia para treinador que teria esfregado pênis nele em Betim

Adolescente tem 14 anos; o treinador, 50. Suspeito nega o abuso e diz que estava tratando ferimento do aluno em um dos joelhos


11/11/2020 07:31 - atualizado 11/11/2020 10:29

Menino de 14 anos relatou à PM que sofreu abusos do treinador de futebol em Betim, na RMBH. Caso está sendo investigado pela Polícia Civil (foto: Google Maps)
Menino de 14 anos relatou à PM que sofreu abusos do treinador de futebol em Betim, na RMBH. Caso está sendo investigado pela Polícia Civil (foto: Google Maps)
Um adolescente de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, relatou nesta terça-feira (10) à Polícia Militar que seu treinador de futebol teria tentado abusar dele. A ocorrência foi registrada no Bairro Bom Retiro. Segundo o boletim de ocorrência, J.F.A, de 14 anos, diz que o professor tentou tocá-lo na genitália e esfregou o pênis em seu corpo. 

A violência teria ocorrido logo após um treino em que o garoto machucou um dos joelhos. Ao tomar conhecimento das feridas, o treinador se ofereceu para prestar cuidados. Para tanto, convidou a vítima para ir até sua casa. 

No local, segundo o boletim de ocorrência, o homem pediu que o menino se deitasse na cama e passou atissépticos e pomadas nas feridas. Durante o procedimento, pediu que ele fechasse os olhos e relaxasse, pois o curativo poderia ser doloroso. 

Em dado momento, ainda de acordo com o boletim de ocorrência, o adolescente percebeu que estava sendo abusado. Ele contou aos policiais que sentiu o técnico tocar sua genitália e esfregar o próprio pênis no joelho ferido. Além disso, ao abrir os olhos, viu que o agressor estava sem roupa. 

O adolescente afirma que sua primeira reação foi correr para a sala da residência. Temendo punições, o treinador teria pedido que ele guardasse segredo sobre o abuso, pois "tudo não passaria de uma brincadeira". J.F.A., porém, ligou para a polícia. 

Na delegacia, o homem negou os atos libidinosos e deu sua versão da história: afirmou que fez massagem nas pernas do aluno e, "involuntariamente, tocou nas partes íntimas dele". 

O caso foi encaminhado à 3ª Delegacia de Polícia Civil, onde será investigado. 


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