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Estado de Minas CRIME

Assassinato de advogado foi pago com 1kg de maconha, segundo delegada

Principal suspeito de ser o mandante também é advogado e era amigo da vítima; ele está preso desde terça-feira


04/11/2020 16:40 - atualizado 04/11/2020 17:15

Delegada Letícia Gamboge deu os detalhes do caso(foto: Edesio Ferreira/EM/D.A. Press)
Delegada Letícia Gamboge deu os detalhes do caso (foto: Edesio Ferreira/EM/D.A. Press)

O assassinato do advogado Juliano César Gomes, de 37 anos, que desapareceu em 21 de maio e cujo corpo foi encontrado em 9 de junho, numa estrada de acesso a uma fazenda em Funilândia, foi pago, pelo mandante – o suspeito é o também advogado Thiago Fonseca –, com uma barra de 1kg de maconha Os executores seriam dois irmãos.

A revelação foi feita na manhã desta quarta-feira (4), pela delegada Letícia Gamboge, da Delegacia de Homicídios, que está investigando o caso – contando com a participação também de policiais da Delegacia de Sete Lagoas.

O suspeito de ser mandante do homicídio estava foragido e foi preso na terça-feira. Segundo a delegada, a Polícia Civil recebeu informações anônimas sobre o paradeiro de Thiago Fonseca, que desde o início das investigações era o principal suspeito do crime. Os executores do crime confessaram ter agido a mando do advogado.

Desde então, foi solicitado à Justiça o pedido de prisão. As informações davam conta de que ele estaria escondido numa casa em Venda Nova, bairro de Belo Horizonte.

Na manhã de terça-feira, policiais encontraram o suspeito trafegando, num carro alugado, pelas ruas de Venda Nova e o prenderam.

Segundo as investigações, Juliano e Thiago eram amigos, no entanto, a relação entre eles se deteriorou depois que o primeiro foi arrolado como testemunha de um crime do qual Fonseca seria o réu.


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