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Estado de Minas ACIDENTE

Turbina de avião pega fogo no Aeroporto da Pampulha, em BH

Aeronave de médio porte pertence à WRV Empreendimentos e Participações. Ninguém se feriu


07/09/2020 20:26 - atualizado 07/09/2020 22:22

 

Ver galeria . 10 Fotos Aeronave de médio porte pertence à WRV Empreendimentos e Participações. Ninguém se feriu Gladyson Rodrigues/EM/D.A Press e Reprodução/WhatsApp
Aeronave de médio porte pertence à WRV Empreendimentos e Participações. Ninguém se feriu (foto: Gladyson Rodrigues/EM/D.A Press e Reprodução/WhatsApp )

 

Um susto marcou o expediente noturno do Aeroporto da Pampulha, na região de mesmo nome, em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (7). A turbina de um avião de médio porte pegou fogo, mas ninguém ficou ferido.

 

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a corporação foi acionada, mas brigadistas do próprio aeroporto apagaram as chamas.

 

 

 

A reportagem apurou que o acidente aconteceu quando o piloto do avião se preparava para arremeter. O responsável pelo voo, então, jogou a aeronave contra o mato que margeia a pista.

 

Os três ocupantes saíram da aeronave sem ferimentos. O avião parou na altura da cabeceira 31 da pista do Aeroporto da Pampulha. 

 

Trata-se de avião fabricado pela Israel Aircraft em 2006, modelo Gulfstream 200, registrado no Brasil. É um jato de alta performance.

A aeronave, de médio porte e prefixo PR-AUR, pertence à WRV Empreendimentos e Participações.

  

Procurada, a Infraero informou que o avião decolou às 18h09 e retornou às 18h26. A interdição da pista durou até as 18h55.

 

As causas da ocorrência serão investigadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). 

 

Concessão

 

Foi lançado, em julho, um Procedimento de Manifestação de Interesses (PMI) para obter, junto ao mercado, propostas de uso para o Aeroporto da Pampulha. As empresas autorizadas a participar do PMI já estão conduzindo os estudos. 

 

O intuito é conceder o aeródromo assim que concluídos os estudos. A Infraero continuará operando o equipamento até dezembro de 2020, sem ônus para a administração estadual. 

 

Depois desse prazo, o estado poderá optar se ficará definitivamente com o aeroporto, ou se ele retornará para a União, e seguirá na 7ª Rodada de Concessões do Governo Federal. Tudo dependerá da qualidade e viabilidade dos estudos recebidos no PMI. 


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