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Estado de Minas Minas Consciente

Aulas presenciais nos cursos de pós-graduação estão liberadas

O secretário-adjunto de desenvolvimento econômico de Minas, Fernando Passalio, informou que as atividades devem seguir os protocolos da onda amarela do Minas Consciente


03/09/2020 13:55 - atualizado 03/09/2020 16:22

 

Cursos de pós-graduação lato sensu, especializações, e stricto sensu, mestrado e doutorado, estão autorizados a funcionar presencialmente(foto: Freepik/Reprodução)
Cursos de pós-graduação lato sensu, especializações, e stricto sensu, mestrado e doutorado, estão autorizados a funcionar presencialmente (foto: Freepik/Reprodução)

 

O governo de Minas liberou o retorno de aulas presenciais nos cursos de pós-graduação. A informação foi repassada em entrevista coletiva, nesta quinta-feira (3), pelo secretário-adjunto de desenvolvimento econômico do estado, Fernando Passalio.

 

"As universidades, faculdades, instituições de ensino superior que ministram cursos de pós-graduação lato sensu, especializações, e stricto sensu, mestrado e doutorado, estão autorizados a funcionar presencialmente. É um avanço para o setor da educação", informou Fernando.

 

Segundo ele, vários estudos foram feitos para embasar a decisão de colocar a atividade na onda amarela do programa Minas Consciente. "Consideramos que é um público adulto e que, na grande maioria, as aulas são nos finais de semana e em dias espaçados", afirmou.

 

Já as aulas em escolas do ensino fundamental e médio não têm previsão de retorno ao formato presencial. O secretário-adjunto de Saúde de Minas, Marcelo Cabral, informou que, embora haja diálogo do governo com segmentos da educação, ainda não foi possível determinar o retorno.

 

"Recebemos representantes dos sindicatos das escolas particulares, recebemos outros segmentos ligados à atividade educacional e prossegue sob avaliação do nosso grupo executivo e dos diversos foros de deliberações", disse.

Preocupação com as crianças

 

 

Segundo ele, a Secretaria de Estado de Educação estuda a possibilidade de retorno, mas ainda não há definições. O maior desafio, pontuou, é liberar aulas presenciais para as crianças, grupo com maior dificuldade para aderir aos protocolos e que mantém contato com pais e avós, o que aumenta o risco de transmissão do novo coronavírus.


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