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Estado de Minas

Polícia prende cinco suspeitos de assaltar banco em Juiz de Fora

Para entrar na agência, um dos ladrões, que estava armado, alegou que não poderia passar no detector de metais porque usava marcapasso


15/08/2020 12:43 - atualizado 15/08/2020 16:39

(foto: Polícia Civil MG/Divulgação)
(foto: Polícia Civil MG/Divulgação)
Poucas horas depois de roubarem uma agência do Banco Sicoob, no Bairro Cascatinha, em Juiz de Fora, no final da tarde de sexta-feira, a Polícia Civil conseguiu prender cinco suspeitos do crime. O valor roubado ainda não foi informado

Segundo o delegado Carlos Eduardo Rodrigues, da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos de Juiz de Fora, os indivíduos, todos trajando roupas sociais, chegaram até o banco e um deles disse que não poderia passar pelo detector de metais, pois fazia uso de um marcapasso, conseguindo entrar na agência em posse das duas armas. No interior da agência, os suspeitos renderam os funcionários, roubaram o dinheiro de um cliente e dos caixas do banco e, em seguida, saíram do local caminhando tranquilamente até o carro estacionado nas imediações.

As primeiras suspeitas, ainda segundo o delegado, é que os ladrões poderiam ser do Rio de Janeiro. Foi feito um contato com a polícia daquele estado, que enviou uma equipe à cidade da Zona da Mata Mineira. “Essa troca de informações resultou em grandes frutos, uma vez que, em menos de 12 horas, os autores já estavam todos identificados e uma operação já estava sendo montada para a prisão deles”, explicou.

Uma casa no Bairro Novo Gramado foi identificada como possível esconderijo dos ladrões. Lá, os policiais surpreenderam os cinco suspeitos de envolvimento no roubo. Eles ainda estavam em posse das duas armas de fogo utilizadas no crime, do veículo utilizado na fuga e de parte do dinheiro roubado.

Quatro dos presos são do Rio de Janeiro. O quinto envolvido é morador de Juiz de Fora e estaria dando abrigo aos criminosos. Todos foram presos por roubo majorado e organização criminosa. Foram apreendidos três veículos, joias, relógio, aparelhos celulares, duas armas de fogo e cerca de R$ 15 mil.

O delegado Carlos Eduardo destaca a importância da união entre as polícias dos dois estados. “Esse tipo de criminalidade não é cotidiana na nossa cidade. Tais crimes são praticados por quadrilhas especializadas que, geralmente, comparecem à cidade apenas para realizar os assaltos. Por isso, é fundamental o contato entre polícias, principalmente de regiões circunvizinhas, para troca de informações”, pontuou. 


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