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Estado de Minas PANDEMIA

COVID-19: ao menos 300 cidades de Minas poderão abrir bares e salões de beleza

Depois de reformulação, Minas Consciente reduziu de quatro para três ondas. Salões, bares e restaurantes estão na fase amarela, a intermediária da nova classificação


30/07/2020 13:20 - atualizado 30/07/2020 14:41

 
(foto: Rede Minas/Reprodução)
(foto: Rede Minas/Reprodução)
Salões de beleza, lojas de vestuário, bares e restaurantes e lojas de departamento poderão funcionar na onda amarela na nova classificação do programa Minas Consciente, que foi relançado, nessa quarta-feira (29), pelo governador Romeu Zema (Novo), depois de consulta popular. Com três ondas (vermelha, amarela e verde), o programa segue a simbologia dos sinais de trânsito para determinar o avanço gradual das atividades econômicas. Até o momento, 316 municípios aderiram ao programa.
 
As informações foram repassadas pelo secretário-adjunto de Desenvolvimento Social, Fernando Passalio, em coletiva que contou com a presença do secretário de Estado de Saúde, Carlos Eduardo Amaral. De acordo com Passalio, alguns municípios podem ir direto para a onda amarela caso cumpram os critérios de ter até 30 mil habitantes e o registro de 50 casos da  COVID-19 por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias. Segundo ele, 300 municípios cumprem os requisitos.
 
Nessa classificação, o vermelho libera o funcionamento de apenas as atividades essenciais. Ao chegar na onda verde, com melhores indicadores epidemiológicos, os municípios podem liberar até atividades em que há alto risco de contágio, como são as academias de ginástica. 
 
“O programa está tendo grande adesão. Uma avalanche de municípios aderindo diariamente, o que mostra a mportância de termos cada vez informação e transparênia todo mundo conhecer e se adequar às medidas do plano", afirmou Passalio.
 
O novo formato do Minas Consciente passa a valer a partir de 6 de agosto. Neste formato, o prazo de progessão da onda vermelha para amarela são sete dias. Da amarela para a verde, 21 dias. Além da classificação das  14 macrorregiões, haverá também indicativo das ondas para 62 microrregiões.  Os protocolos serão individualizados por serviços e não por ramos de atividades. Antes havia um protocolo para bares e restaurantes, mas esse mesmo protocolo não valia para um refeitório de uma empresa de outro setor, apesar de ser o mesmo serviço de um restaurante. "Na prática são serviços de alimentação", afirmou Passalio. 
 
Na onda vermelha, bares e restaurantes poderão trabalhar com serviço de entrega e retirada em balcão. Na onda amarela, eles poderão abrir para o atendimento in loco, seguindo os protocolos sanitários. O comitê extraordinário, que analisa em que onda cada região está, se baseará nos critérios:  taxa de incidência da COVID-19, taxa de de ocupação UTI adulto (geral e para a COVID-19), número de leitos por 100 mil, Rt (índice de transmssão) e núme de  exames RT-PCR.
 
O secretário Carlos Eduardo Amaral afirmou que, mesmo com o avanço dos municípios nas ondas, é necessário que cada cidadão faça a sua parte e "seja agente de mudança, agente de proteção coletiva". Ele disse que é preciso entender que a progressão da economia está relacionada à ação de cada cidadão. 
 

Balanço Minas Consciente 

Fernando Passalio apresentou o balanço dos municípios da última semana em que vigora a classificação antiga com quatro ondas (verde, branca, amarela e vermelha).  As macrorregiões Triângulo do Norte e Oeste avançam para a onda branca, a macrorregião centro-sul avança para a onda amarela

Estão na onda verde, as regiões Centro, Jequitinhonha, Leste, Nordeste, Noroeste e Vale do Aço. Na onda branca, Oeste, Sudeste, Triângulo Norte e Triângulo Sul. Na Amarela, Centro-sul, Leste do Sul, Norte e Sul. Na vermelha, não há nenhum município.
 
 
 


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