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Estado de Minas

Hospital de Campanha já pode funcionar com 30% da capacidade

Governo nomeia diretoria e indica responsáveis pela gestão do hospital, que será compartilhada entre a Secretaria de Saúde, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais e a Polícia Militar


05/07/2020 06:00 - atualizado 05/07/2020 07:47

Governo definiu que Fhemig será gestora e nomeou a diretoria da unidade que atenderá casos de COVID-19 (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press %u2013 3/4/20)
Governo definiu que Fhemig será gestora e nomeou a diretoria da unidade que atenderá casos de COVID-19 (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press %u2013 3/4/20)

À medida que se aproxima a data esperada para o pico dos casos de coronavírus em Minas Gerais, atualmente fixada em 15 de julho, o governo estadual intensifica os preparativos para a abertura do Hospital de Campanha. Segundo o governo do estado, o hospital já está pronto para funcionar com 30% de sua capacidade – usando o quadro de reserva da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e chamamentos já realizados pela Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) – assim que houver necessidade de receber pacientes para o tratamento da COVID-19.
 
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), o chamamento publicado em 2 de julho, busca ampliar a capacidade de funcionários a serem disponibilizados pela Fhemig para o Hospital de Campanha em uma eventual segunda etapa de ampliação do atendimento, posterior à operação inicial. No Minas Gerais, diário oficial do estado, foi publicada ontem resolução da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) que indica responsabilidades para gestão do Hospital de Campanha, que será compartilhado entre a SES, a Fhemig e a Polícia Militar.
 
Segundo a Secretaria de Saúde, essa publicação torna mais claras a responsabilidades de órgãos do governo para a eventual operação do Hospital de Campanha. Assim, a SES será responsável pela regulação assistencial do hospital por meio do Sistema Estadual de Regulação. A Fhemig e a PMMG serão responsáveis por prover os profissionais necessários ao funcionamento do hospital.
 
Enquanto a Fhemig fica a cargo da contratação e disponibilização de médicos, enfermeiros e equipe multiprofissional necessária ao atendimento assistencial, a PMMG fica responsável pela disponibilização de eventuais reservas técnicas identificadas entre as equipes que compõem seu efetivo.
 
A resolução ainda nomeia a direção do Hospital de Campanha, equipe que, a partir da escolha da organização social, passa a formar a comissão de monitoramento. Fazem parte da direção responsável pelas diretrizes assistenciais, normativas, técnicas e protocolos clínicos: Vinícius Rodrigues de Oliveira Santos, diretor-geral; Leonardo Lamarca Almeida, diretor clínico; José Carlos Serufo, diretor técnico; Celso Furtado de Azevedo Filho, diretor técnico adjunto, e Gerson Aguiar Braga, diretor administrativo.
 
Além deles, foram nomeados Núbia Margareth Faria, gerente de enfermagem; Guilherme Rezende de Souza Pinto, gerente de farmácia; José Francisco Pereira, chefe da Seção de Recursos Humanos; Eliane Morais Vivone, chefe da Seção de Faturamento; Aida Júnia de Brito Scalabrino, chefe da Seção de Hotelaria; Roberto Batista de Abreu, coordenador de segurança; Itamar Oliveira da Silva, chefe do almoxarifado; e Maria Lídia de Assis Castro, auxiliar da Seção de Manutenção Predial.


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