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Estado de Minas

Vigilância Sanitária já recolheu mais de 500 garrafas de Belorizontina

Órgão da Secretaria Municipal de Saúde de BH recebeu 568 cervejas do rótulo sob suspeita, três vezes mais que o recolhido no primeiro dia do serviço


postado em 14/01/2020 19:59 / atualizado em 14/01/2020 21:21

(foto: Arte/Paulo Miranda)
(foto: Arte/Paulo Miranda)

 

O avanço das investigações das autoridades, que se voltam cada vez mais para a cervejaria Backer, fez o número de garrafas recolhidas pela Vigilância Sanitária de BH quase que dobrar nesta terça-feira (14). No segundo dia de funcionamento do serviço, 385 garrafas de Belorizontina – três lotes do rótulo têm registro de contaminação por dietilenoglicol – foram recebidas nos nove pontos espalhados pela cidade.


No total, desde que o serviço começou a operar (segunda-feira), a Vigilância Sanitária recolheu 568 garrafas. Dessas, 29 são dos lotes L1 1348 e L2 1348 – dois dos três contaminados. Nesta terça, 385 garrafas foram entregues pela população. 

 

 


A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) confirmou nesta segunda-feira (13) que um terceiro lote da cerveja Belorizontina, produzida pela Backer, também está contaminado por substâncias tóxicas.


Além da presença do dietilenoglicol – já detectado nos lotes L1 1348 e L2 1348 –, este terceiro lote, L2 1354, também teria sido contaminado por monoetilenoglicol.


A prefeitura, contudo, não informou quantas cervejas desse novo lote sob suspeita foram entregues.


Os pontos funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Qualquer lote da Belorizontina pode ser entregue, mas o serviço só está disponível para o consumidor, ou seja, não se estende a bares e restaurantes.


No interior, o morador que quiser se desfazer da cerveja deve procurar pelos Procons locais. Os dois lotes sob suspeita inicial passaram por cidades da Grande BH, da Região Centro-Oeste de Minas e pelas cidades de Tiradentes e Ouro Preto, no território Central do estado.

 

 


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