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Estado de Minas

Acidente deixa família e professora mortas na BR-262, em Minas Gerais

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), seis pessoas morreram e outras três ficaram feridas. Sobreviventes foram levados para um pronto-socorro próximo


postado em 26/07/2019 17:48 / atualizado em 26/07/2019 18:06

Batida frontal deixou seis pessoas mortas na BR-262(foto: Divulgação/PRF)
Batida frontal deixou seis pessoas mortas na BR-262 (foto: Divulgação/PRF)

 

Seis pessoas morreram em um grave acidente ocorrido na manhã desta sexta-feira (26), em Araxá, na Região do Alto Paranaíba. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atendeu a ocorrência, três envolvidos também ficaram feridos no fato. A batida aconteceu na altura do Km 637 da BR-262.


De acordo com a polícia, o acidente envolveu um carro de passeio modelo Fiat Palio prata, com placa de Belo Horizonte, e uma caminhonete Toyota Hilux também prata, emplacada em Contagem.


Segundo a corporação, o veículo menor vinha em alta velocidade e tentava uma ultrapassagem em uma curva, quando o motorista perdeu o controle da direção e se chocou de frente contra a caminhonete.


Ainda conforme a PRF, os cinco ocupantes do carro morreram na hora. Quatro desses eram da mesma família: o pai de 59 anos; a mãe de 53; a filha, 20; e o filho caçula de 18. O outro ocupante do Palio, que a polícia não sabe detalhar a ligação com a família, tinha 30 anos.


Na caminhonete, uma mulher morreu também na hora. Trata-se da professora Vanessa Flávia, da Escola Municipal Bento Machado, localizada no Bairro Santo Antônio, em Betim (Grande BH). Segundo a polícia, a Hilux era dirigida pelo marido dela e também ocupada por um casal de amigos.


A concessionária Triunfo Concebra, responsável pelo trecho, levou o motorista da caminhonete e os outros dois feridos para um hospital de pronto-socorro de Araxá. Um deles estava em estado grave, enquanto outros dois sofreram ferimentos leves.


A BR-262 ficou interditada no sentido Araxá das 8h30 até por volta das 13h para os trabalhos da perícia da Polícia Civil e do Instituto Médico-Legal. Neste período, o trânsito fluiu no sistema pare e siga.


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