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Estado de Minas

Ciclovia completa marco e BHTrans planeja revitalização

Nesse sábado contador de ciclistas registrou 100 mil passagens pelo ponto e data serviu para ativistas cobrarem ampliação do circuito na cidade


postado em 30/12/2018 06:00 / atualizado em 30/12/2018 08:15

Primeira área demarcada em BH contabilizou 100 mil passagens de ciclistas (foto: Paulo Filgueiras/EM/D.A Press )
Primeira área demarcada em BH contabilizou 100 mil passagens de ciclistas (foto: Paulo Filgueiras/EM/D.A Press )

No dia que a primeira ciclovia demarcada em Belo Horizonte, inaugurada em 3 de agosto de 2011, completou 100 mil passagens de pessoas pedalando, a BHTrans anima os adeptos ao informar ter planos para revisar mais de 50 quilômetros de projetos cicloviários e editar chamamentos públicos para empresas interessadas em projetos de bicicletas compartilhadas em estações e sem estações.

No ano passado inteiro o registro de ciclistas ficou em 87.139. A marca foi atingida nesse sábado, e exibida num contador eletrônico instalado pela BHTrans entre as avenidas Bernardo Monteiro e a Afonso Pena, nessa pista que integra os 2,8 quilômetros da rota Centro-Sul, composta pelo trajeto da Rua Professor Morais, entre Rua Antônio de Albuquerque e Avenida Afonso Pena; Avenida Bernardo Monteiro, entre Avenida Afonso Pena e Avenida Brasil; Avenida Carandaí, com a Avenida Bernardo Monteiro; e Rua Piauí, entre Avenida Carandaí e Avenida do Contorno.


Representantes dos ativistas desse transporte, como Cristiano Scarpelli, comemoraram a marca e aproveitaram para cobrar mais investimentos em infraestrutura. “O preço dos combustíveis quase dobrou. Em vez de subsidiarmos os transportes coletivos, pode investir em outros modais limpos e saudáveis, como as bikes.”

A BHTrans admitiu ter feito pouco, mas garantiu que o planejamento incorporado à mobilidade urbana prevê avanços para os anos de 2020, 2025 e 2030. No início do ano a empresa planeja publicar em definitivo chamamentos públicos para credenciamento de empresas para a operação de sistemas de bicicletas compartilhadas com e sem estação, o que pode ampliar o incentivo a esse modal de transporte.


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