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Estado de Minas

Servidores protestam, mas aceitam proposta de reajuste da PBH

Enquanto a categoria queria um reajuste de 17%, prefeitura ofereceu 2,43%, índice que corresponde ao crescimento da receita


postado em 26/06/2018 13:24 / atualizado em 26/06/2018 15:31

Categoria votou a proposta da prefeitura durante assembleia na Praça Afonso Arinos (foto: Paulo Filgueiras/ EM/ D.A Press)
Categoria votou a proposta da prefeitura durante assembleia na Praça Afonso Arinos (foto: Paulo Filgueiras/ EM/ D.A Press)
Servidores do funcionalismo público de Belo Horizonte realizaram um ato de paralisação total de alguns serviços na manhã desta terça-feira. O ato foi para discutir e votar a proposta de reajuste salarial enviada à categoria pela prefeitura na semana passada de 2,43%. 

Os servidores se reuniram na Praça Afonso Arinos, na Região Centro-Sul da capital mineira e aprovaram a proposta da PBH. “Foi uma aprovação de 90% da categoria. A proposta do governo tem reflexos diferentes para os servidores, mas prevalece o que foi decidido na assembleia”, explicou Israel Arimar, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Belo Horizonte (Sindibel).

O sindicato ainda ressaltou que a proposta da prefeitura atende apenas ao período de inflação deste ano. A entidade denuncia que os servidores, nos últimos dois anos, perderam em reajustes. 

“Temos acumulado uma perda de 14% referente a 2015 e 2016, quando a administração anterior do Márcio Lacerda deu 0% de reajuste e a inflação acumulada chegou a quase 17%”, explicou Israel.

O acordo, segundo a PBH, segue o crescimento da receita anual. “A recomposição aos vencimentos foi calculada seguindo o índice de inflação (INPC) acumulado no período de agosto de 2017 a julho de 2018, e será aplicada na folha de agosto, paga em setembro. O reajuste também contemplará os contratos administrativos, além das gratificações, abonos e prêmios”, diz nota do Executivo municipal.

Ainda conforme a prefeitura, o vale-refeição dos servidores será reajustado em 2,50%.  
 
 

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