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Estado de Minas

Laboratório de refino de cocaína é fechado pela polícia em Juiz de Fora

Foram apreendidos diversos materiais em um prédio abandonado. A polícia ainda procura pelos responsáveis


postado em 08/06/2018 19:29 / atualizado em 08/06/2018 19:33

(foto: Polícia Civil/Divulgação)
(foto: Polícia Civil/Divulgação)

Um laboratório improvisado para produção de cocaína foi fechado pela Polícia Civil em Juiz de Fora, na Zona da Mata, na noite desta quinta-feira. No local, foram apreendidos diversos materiais para refino da droga, que segundo a polícia são avaliados em quase R$ 15 mil. Um suspeito foi visto fugindo do local, mas ainda não foi localizado.

De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Rogério Woyame, após o refino%u202Fa mercadoria "geraria um lucro ainda maior”, destacou em informações repassadas pela assessoria de imprensa da corporação. O laboratório funcionava em uma construção abandonada.

Ainda segundo informações da Polícia Civil, a equipe investigava a comercialização de uma cocaína de maior qualidade, conhecida como "cavalinha", que estava à venda em diversos bairros da Zona Norte da cidade. Os policiais, então, receberam informações de que a droga estaria sendo produzida no Bairro Nova Benfica.

Ao chegar ao local, os policiais viram um suspeito fugir com uma mochila e uma sacola na mão. Na fuga, ele deixou cair a sacola que, segundo a polícia, continha duas barras de pasta base de cocaína. O suspeito ainda não foi localizado.

“O local era propício para tal ação, tratando-se de um prédio sem iluminação e cercado por vegetação. Foi feita a invasão do local momento em que, pelo menos um indivíduo, foi visto fugindo com uma mochila e uma sacola na mão. Durante a fuga, ele dispensou no meio da vegetação uma sacola contendo duas barras de pasta base de cocaína, que foi apreendida pelos policiais”, explicou o delegado.

No prédio foram apreendidos dois frascos de cloreto de magnésio, duas barras de pasta base de cocaína e certa quantidade de ácido bórico. No interior da construção havia, inclusive, pichações em referência à cocaína que era produzida no local.

O delegado informou ainda que a equipe de policiais civis segue com a investigação para identificar os responsáveis pelo local.

* Estagiária sob supervisão da subeditora Ellen Cristie

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