Publicidade

Estado de Minas

Saiba quais escolas da rede particular vão paralisar nesta quarta-feira

Professores que estão em greve desde a semana passada prometem mais um dia de protestos e negociações com o sindicato patronal


postado em 01/05/2018 19:47 / atualizado em 02/05/2018 09:52

Professores da rede particular de ensino, em greve desde a semana passada, reuniram-se na tarde desta terça-feira para traçar a movimentação durante mais um dia de paralisações nesta quarta-feira. Uma reunião com representantes do Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinep/MG) e do Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinpro/MG) está marcada para 14h30 no Tribunal Regional do Trabalho, em mais uma etapa das negociações que buscam pôr fim à greve.

 

Segundo um levantamento feito pelo Estado de Minas, baseando-se em informações divulgadas em redes sociais, pelo menos nove instituições avisaram aos pais que paralisarão as atividades nesta quarta-feira: Santo Agostinho – Unidade Belo Horizonte, Marista Dom Silvério, Escola da Serra, Sagrado Coração de Maria, Nossa Senhora das dores, Maximus e Loyola. 

 

Ainda conforme apuração do EM, nos colégios Magnum e Padre Eustáquio, estão programadas atividades e os pais poderão levar os alunos normalmente às instituições. Nas instituições de ensino superior, há paralisações parciais na Una, Uni-BH, Newton, Izabela Hendrix, Faminas e Pitágoras. 

 

A diretoria do Sinpro/MG se comprometeu a atualizar a lista na noite desta terça-feira, após reunião com a categoria, mas os telefonemas não foram atendidos. Assim, o número de instituições paralisadas poderá ser alterado. 

 

Com a greve, muitos pais estão preocupados por não terem com quem deixar seus filhos durante o dia e também sobre como será a reposição das aulas que estão sendo perdidas. Vanessa Guimarães, administradora, cobra um melhor esclarecimento das escolas em greve sobre a situação.

 

"A mensalidade sofreu aumento acima da inflação justamente para que os professores fossem valorizados, para que tivessem condições melhores para trabalhar. Inclusive existem profissionais que trabalham em dois ou mais locais diferentes e não estão em greve em todas as instituições. Precisamos entender os motivos", afirma.

 

Vanessa conta que tem uma filha de 12 anos que está há uma semana sem aulas. Elas recebem via e-mail os comunicados escolares sobre a greve dos professores. Além disso, participam de grupos de WhatsApp com outros pais que enfrentam a mesma situação. 

 

"Muitos estão com medo de não poderem viajar, ou de perderem compromissos aos sábados, por exemplo. Essa situação é um transtorno e sabemos que os alunos estão sendo muito prejudicados", conlcui.  

 

Na última sexta-feira, quando houve paralisação, o Sinep informou que 18 instituições interromperam as aulas totalmente e parcialmente. Foram paralisadas as escolas: Colégio Imaculada Conceição, Loyola, Magnum, Marista Dom Silvério, Padre Eustáquio, Sagrado Coração de Maria, Santo Agostinho – Contagem, São Paulo, Escola Balão Vermelho, Obra Social de São José Operário. Ainda de acordo com o balanço, foram parcialmente paradas: Colégio Arnaldo, Colégio Batista, Nossa Senhora das Dores e São José. 

 

 

 

 

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade