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Estado de Minas

Policial é caçado depois de matar ex-mulher e fugir com filha na Zona da Mata

O soldado do 29º Batalhão matou a ex-mulher e fugiu de carro pela rodovia BR-040 com a filha do casal. A Polícia Rodoviária Federal foi acionada e a PM também o rastreia


postado em 15/04/2018 09:05 / atualizado em 15/04/2018 15:01

Soldado Gilberto e a mulher dele que foi assassinada, policial está sendo caçado pela Políci Rodoviária Federal e a própria corporação em Santos Dumont (foto: Divulgação)
Soldado Gilberto e a mulher dele que foi assassinada, policial está sendo caçado pela Políci Rodoviária Federal e a própria corporação em Santos Dumont (foto: Divulgação)

Depois de perseguir insistentemente a ex-companheira, o soldado da Polícia Militar Gilberto Novaes, lotado em Campestre, no Sul de Minas, matou a ex-mulher a tiros em Santos Dumont, na mesma região, e levou a filha de 4 anos. Ele está sendo perseguido pela PM e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), pois sua rota de fuga foi pela rodovia BR-040.

De acordo com informações da PM, o soldado está armado e foge num automóvel Fiat Palio, de placa GWK-1390, cor cinza escuro. A corporação informou que as brigas entre o casal eram frequentes e por esse motivo as viaturas da polícia faziam contatos frequentes numa atitude que a PM classificou como "visitas tranquilizadoras".

 

Ele matou a tiros a ex-companheira, Sthefania Ferreira, de 29 anos, na casa dela, no Bairro Córrego de Ouro, em Santos Dumont. Gilberto atacou quando Sthefania saiu de casa para receber comida encomendada. A polícia relata que o namorado da vítima disse que estava na casa, quando o militar entrou armado na residência, disparou contra a mulher e saiu com a filha no colo. Ele informou que teve de se esconder atrás de um poste para se proteger quando ouviu os tiros.

 

De acordo com a PM, o policial estava afastado por problemas psicológicos e estava ligado ao 29º Batalhão, de Poços de Caldas, no Sul de Minas. A vizinhança disse aos investigadores que as brigas entre Gilberto e Sthefania eram frequentes e brutais, motivo pelo qual ela pediu proteção à polícia. O carro usado por Gilberto era de um amigo. O veículo do militar está na garagem da casa dele, o que pode indicar que o crime foi planejado.

 

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