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Estado de Minas

Operação contra o tráfico de drogas termina com 26 presos em Minas

As investigações apontaram que os criminosos faziam parte de quatro quadrilhas. Os grupos abasteciam municípios vizinhos com entorpecentes, além de serem investigados por roubos e homicídios


postado em 01/03/2018 13:50

Operação contou com apoio de um helicóptero(foto: Polícia Civil/Divulgação)
Operação contou com apoio de um helicóptero (foto: Polícia Civil/Divulgação)
Ação da Polícia Civil para combater o tráfico de drogas em cidades da Região do Vale do Mucuri, terminou com 26 pessoas presas. As investigações apontaram que os criminosos faziam parte de quatro quadrilhas. Os grupos abasteciam municípios vizinhos com entorpecentes, além de serem investigados por roubos e homicídios. Diferentes tipos de drogas foram apreendidos na operação.

As investigações contra as quadrilhas começaram aproximadamente um ano. A Polícia Civil conseguiu identificar os quatro grupos que atuavam, principalmente, em Carlos Chagas e Nanuque. Eles agiam no tráfico de drogas, roubos a estabelecimentos comerciais, e ainda respindem por posse de arma de fogo, homicídios e lavagem de dinheiro.

Diante dos indícios contra os membros dessas facções, foram pedidos  28 mandados de busca e apreensão e 30 mandados de prisão preventiva à Justiça. Nessa quarta-feira, foi deflagrada a Operação AMMIT, onde 26 mandados de prisão foram cumpridos. Destes, 21 alvos estavam em liberdade e outros cinco já se encontravam presos.

Os 80 policiais civis, que contaram com o apoio de 25 viaturas e uam aeronave da Coordenação Aerotática (ACT), conseguiram apreender uma pedra grande de crack, 397 pedras da mesma droga, um tablete de maconha, uma porção do entorpecente, uma porção de cocaína, uma espingarda calibre 12, uma pistola calibre 765, duas balanças de precisão, material para embalar drogas e munição de diversos calibres. Carros e e motos também foram apreendidos, pois há suspeita que tenham sido adquiridos pelos criminosos com o dinheiro oriundo do tráfico de drogas.

O nome da operação, segundo a Polícia Civil, significa uma divindade oriunda da mitologia egípcia, personificando a retribuição divina para todos os males realizados em vida. A “AMMIT” era a responsável por disponibilizar punição às almas consideradas pecadoras no julgamento final.

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