Publicidade

Estado de Minas

Moradores e funcionários de edifício no Centro de BH são feitos reféns

Os ladrões trancaram funcionários e moradores do prédio em um cômodo que dá acesso ao porão e só libertaram as vítimas quando perceberam a chegada da polícia


postado em 12/01/2018 19:25 / atualizado em 12/01/2018 19:35

(foto: Reprodução/Google)
(foto: Reprodução/Google)
Moradores e funcionários de um prédio na Avenida Olegário Maciel, na Região Central de Belo Horizonte, passaram por momentos de tensão nesta sexta-feira, ao serem feitos reféns por um grupo de criminosos que tentava assaltar o condomínio. Após ser acionada, a Polícia Militar conseguiu prender um homem, de 31 anos. Outros suspeitos ainda estão foragidos.

Segundo a corporação, a ação começou quando dois homens solicitaram entrada no prédio, alegando que estavam querendo comprar um apartamento. No entanto, quando o acesso foi dado pelo porteiro, os criminosos sacaram uma arma de fogo e abriram a portão para que mais três comparsas entrassem no edifício.

Durante a ação, os ladrões teriam trancado funcionários e residentes do prédio para um cômodo que dá acesso ao porão. Entre os reféns estavam o porteiro, moradores que desciam pelo elevador no momento da chegada dos criminosos, entre outros funcionários do edifício. Eles foram libertados assim que os homens perceberam a chegada da polícia.

De acordo com a polícia, um dos criminosos pulou de uma altura de cerca de seis metros, fugindo por uma saída próxima ao cômodo em que as vítimas foram confinadas, acessando a Rua Tupinambás, perpendicular à Olegário Maciel. Outro, e fugiu em direção à rodoviária.

Um dos suspeitos foi contido por pessoas que estavam no local. M. A., 31, que reagia com socos e chutes às tentativas de segurá-lo, acabou se machucando. Ele chegou a informar à polícia que morava em Contagem, mas foi desmentido pelo irmão, que disse que o endereço indicado pelo homem não era dele e, sim, de outros parentes.

Além do rádio de comunicação dos funcionários do prédio, a polícia não soube informar se mais alguma coisa foi roubada pela gangue.

M. A. foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Centro-Sul e, em seguida, para a Central de Flagrantes 2 (Ceflan-2) da Polícia Civil, que investiga o caso. 

*Sob supervisão da editora Liliane Corrêa

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade