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Estado de Minas

Após morte por febre amarela, agentes encontram larvas do Aedes na Grande BH

As equipes de Zoonoses da Prefeitura de Brumadinho percorreram as casas na manhã deste sábado em busca de focos de criação do mosquito transmissor


postado em 06/01/2018 11:02 / atualizado em 06/01/2018 11:10

Várias casas estavam com criadouros do mosquito(foto: Leandro Couri / EM / D.A. Press)
Várias casas estavam com criadouros do mosquito (foto: Leandro Couri / EM / D.A. Press)

Agentes de zoonoses encontraram larvas do Aedes Aegypti na manhã deste sábado (6) em casas no Bairro Palhano, em Brumadinho, onde já foram confirmados dois casos de febre amarela. Os agentes estão fazendo um trabalho de busca ativa nas localidades, de casa em casa, para acabar com possíveis focos de reprodução do mosquito. No trabalho estão sendo encontrados vários criadouros, sobretudo nos quintais em garrafas, pneus e até lonas jogadas nos fundos das casas.

O movimento para vacinação contra a febre amarela começou cedo no Bairro Palhano, em Brumadinho, onde dois casos da doença foram confirmados nesta semana, com uma morte, de um senhor de 55 anos, é um internado que foi transferido para o Espírito Santo, de 37. Paralelo aos serviços de vacinação e de informações montado na Unidade Básica de Saúde, opera também o trabalho de busca ativa de focos de mosquitos transmissores com uma van da secretaria municipal de saúde.
Silvana dos Santos chegou de viagem e correu para se vacinar(foto: Leandro Couri / EM / D.A. Press)
Silvana dos Santos chegou de viagem e correu para se vacinar (foto: Leandro Couri / EM / D.A. Press)

A faxineira Silvana Rodrigues dos Santos, de 44 anos, chegou de viagem recente e ao saber que na sua vizinhança ocorreram dois casos de doença, tratou de juntar a irmã e os vizinhos para se vacinarem. "Há 10 anos tinha tomado uma dose e com esses casos aqui pertinho a gente fica assustada, insegura mesmo. Então aqui nos informaram como prevenir do mosquito e depois de tomar uma dose da vacina a gente tranquiliza mais", disse.

Devido ao registro de mortes de sete macacos, três deles confirmados para a doença, os parques municipais das Mangabeiras e da Serra do Curral e o Estadual do Rola-Moça foram fechados.

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