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Estado de Minas

UFMG vai receber artistas estrangeiros refugiados

O acordo firma parceria com a Rede Internacional de Cidades de Refúgio (Icorn); escritores devem chegar ainda esse ano


postado em 18/01/2017 15:55 / atualizado em 18/01/2017 16:21

Termo foi assinado em reunião da qual participaram Lucia Castello Branco, Sandra Goulart Almeida, Elizabeth Dyvik e a diretora de Ação Cultural, Leda Martins(foto: Foca Lisboa / UFMG )
Termo foi assinado em reunião da qual participaram Lucia Castello Branco, Sandra Goulart Almeida, Elizabeth Dyvik e a diretora de Ação Cultural, Leda Martins (foto: Foca Lisboa / UFMG )
A vice-reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Sandra Goulart Almeida assinou, nesta semana, um acordo de cooperação mútua com a Rede Internacional de Cidades de Refúgio (Icorn), para que a instituição receba artistas estrangeiros refugiados, no âmbito do Programa de Artista Residente. 
 
A Icorn é uma organização independente que oferece abrigo a escritores e artistas em risco, promovevendo solidariedade internacional, liberdade de expressão e defesa dos valores democráticos. A UFMG é a primeira instituição da América Latina a integrar a rede e a estabelecer parceria para acolhida a artistas refugiados. A iniciativa está sendo empreendida em parceria com as Casas Brasileiras de Refúgio (Cabra), braço da Icorn no Brasil.

"Esse é um projeto muito importante para a UFMG, instituição federal de pesquisa, diversa e inclusiva, que quer somar com o trabalho da Rede", afirmou Sandra Goulart Almeida. Para a vice-reitora, assim como a UFMG oferece sua colaboração ao receber um artista refugiado que está em busca de um local onde possa desenvolver sua arte, ele também vai contribuir para a diversidade da Instituição. "É uma outra voz, outra visão de mundo que vem somar para pensarmos o conhecimento na contemporaneidade", destacou.

Elizabeth Dyvik, diretora de programação do Icorn, responsável pela assinatura do acordo pelo lado da organização, disse que a parceria com a UFMG marca o início das residências Icorn no Brasil e em toda a América do Sul. "É muito concreto convidar e recepcionar alguém, mas é também muito simbólico. Esperamos que esse simbolismo se espalhe para outras cidades e universidades no Brasil e, com sorte, da América do Sul", enfatizou.
 
(Com informações da Assessoria de Comunicação da UFMG)


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