A Estação Ecológica ganha ainda mais força, dentro e fora do câmpus, agora que está formalmente vinculada à Pró-Reitoria de Extensão. Desde agosto, quando a existência do espaço foi institucionalizada, a gestão passou a ter respaldo do conselho-diretor da universidade e, consequentemente, diálogo facilitado com outras unidades, além de acesso ao próprio orçamento interno da UFMG, de acordo com o diretor da estação, Bernardo Machado Gontijo.
“Antes, a nossa estrutura poderia ser alterada qualquer que fosse a decisão da universidade. Não tínhamos um local bem amarrado em termos de estrutura, organograma e funcionamento. Agora, continuamos a desenvolver o trabalho de sempre, sem estarmos vulneráveis”, afirma Gontijo. “Além disso, é importante para valorizar o uso do espaço e torná-lo útil à comunidade universitária, prover programas de extensão e vários projetos em curso há mais de 15 anos.”
A prioridade continua sendo o ensino, pesquisa e extensão. Abrir as portas da estação ao público externo também é outra prerrogativa do oásis em pleno centro urbano. Mas pensar numa ampliação de visitação, por exemplo, envolve mudanças na estrutura, como o aumento da quantidade de salas, banheiros e de monitores. Ano passado, o local recebeu cerca de 30 mil visitantes.
Outra novidade é a parceria com o governo do estado este ano, a exemplo do que ocorre com a Prefeitura de BH há duas décadas. As administrações cedem um funcionário e, em contrapartida, a estação oferece um dia na semana para visitação exclusiva dos alunos da rede estadual e outro para os da rede municipal de ensino.
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Estação ecológica da UFMG ganha reforço institucional
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