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Estado de Minas

Apontado como mandante da Chacina de Unaí, fazendeiro será julgado em 22 de outubro em BH

Norberto Mânica e outras três pessoas denunciadas pelo crime contra tRês auditores-fiscais do trabalho vão sentar no banco dos réus na Justiça Federal da capital mineira


postado em 13/10/2015 17:56

O fazendeiro Norberto Mânica, acusado de ser mandante da Chacina de Unaí, será julgado pelo crime contra três auditores-fiscais em 22 de outubro. O julgamento vai acontecer na sede da Justiça Federal na Avenida Álvares Cabral, no Bairro Santo Agostinho, em Belo Horizonte. A previsão que a audiência dure cinco dias. Além de Mânica, sentaram no banco dos réus Hugo Alves Pimenta, José Alberto de Castro e Antério Mânica. Todos eles respondem o processo em liberdade.

O crime aconteceu em 28 de janeiro de 2004 e repercutiu mundialmente. Os auditores fiscais do Trabalho Erastótenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva e o motorista Ailton Pereira de Oliveira foram mortos a tiros enquanto faziam uma fiscalização de rotina na zona rural de Unaí.

A Polícia Federal (PF) pediu o indiciamento de nove pessoas por homicídio triplamente qualificado: os fazendeiros e irmãos Antério e Norberto Mânica, os empresários Hugo Alves Pimenta, José Alberto de Castro e Francisco Elder Pinheiro, além de Erinaldo de Vasconcelos Silva e Rogério Alan Rocha Rios, apontados como autores do crime, Willian Gomes de Miranda, suposto motorista da dupla de assassinos, e Humberto Ribeiro dos Santos, acusado de ajudar a apagar os registros da passagem dos pistoleiros pela cidade.

Um dos réus, o empresário Francisco Elder, morreu no último dia 7, aos 77 anos. Apesar do crime ter sido cometido em 2004, os três primeiros responsáveis pela chacina de Unaí só foram condenados em agosto de 2013. Erinaldo de Vasconcelos Silva recebeu pena de 76 anos e 20 dias por três homicídios triplamente qualificados e por formação de quadrilha, Rogério Alan Rocha Rios a 94 anos de prisão pelos mesmos crimes e William Gomes de Miranda a 56 anos de reclusão por homicídio triplamente qualificado. (Com Agência Brasil)


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