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Estado de Minas

Familiares e amigos de adolescente morto após calourada em Viçosa fazem manifestação

Cerca de 200 pessoas fizeram passeata com cartazes pedindo paz e agilidade nas investigações. Protesto segue até a Câmara Municipal da cidade


postado em 14/03/2015 11:03 / atualizado em 14/03/2015 11:41

Local onde ocorreu a calourada de estudantes da Universidade Federal de Viçosa(foto: Paulo Filgueiras/EM/D. A Press)
Local onde ocorreu a calourada de estudantes da Universidade Federal de Viçosa (foto: Paulo Filgueiras/EM/D. A Press)
Familiares e amigos do jovem Gabriel Oliveira Maciel, de 17 anos, fazem uma manifestação em frente à Universidade Federal de Viçosa (UFV), na Zona da Mata, neste sábado. Os cerca de 200 manifestantes usam camisas brancas e seguram cartazes pedindo por paz e agilidade nas investigações da morte do adolescente.

De acordo com a Polícia Militar (PM), o protesto é marcado pela tranquilidade e, até o momento, não há registro de conflitos. Os manifestantes sairão da porta da UFV e seguirão cerca de um quilômetro pela Avenida P. H. Rolf, passando pela prefeitura, em direção à Câmara Municipal. Ainda segundo a PM, a manifestação não atrapalha o trânsito e a universidade não tem aulas neste sábado. O em.com.br tentou entrar em contato com a assessoria da UFV mas as ligações não foram atendidas.

Nessa quarta-feira a Polícia Civil descartou a hipótese de latrocínio - roubo seguido de morte - no assassinato. O adolescente foi morto na madrugada do último sábado, depois de participar de uma calourada organizada por alunos da UFV. Natural de Ponte Nova, Gabriel foi enterrado nessa terça, em Raul Soares, na Zona da Mata.

(foto: Gabriel tinha 17 anos)
(foto: Gabriel tinha 17 anos)
Conforme a polícia, por ora, a linha de investigação foi desconsiderada em razão de uma pulseira de ouro ter sido encontrada no braço direito do menor. O telefone celular da vítima foi localizado nessa terça-feira, próximo à vala de um terreno da UFV onde estava o corpo de Gabriel.

O Delegado Felipe Fonseca Peres informou ainda que o corpo tinha um ferimento na parte de trás da cabeça, provavelmente de tiro, e marcas de violência. “Foi uma morte violenta, que não teve relação com consumo de álcool ou entorpecentes. A análise preliminar mostra que o ferimento na cabeça é compatível com o de um projétil de arma de fogo. Vamos aguardar o laudo final para confirmar”, afirmou.


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