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Estado de Minas

Foragido há 12 anos, chefe do tráfico na Vila Sumaré é recapturado em BH

Marcelão cumpria pena por tráfico, quando deixou a cadeia para ser atendido em um hospital particular, onde foi resgatado por homens armados mesmo sob escolta policial


postado em 26/03/2013 18:13

Um criminoso com ampla ficha policial, condenado por tráfico de drogas, porte ilegal de armas, indiciado por participação em sequestro e suspeito de envolvimento em homicídios. Marcelo Cristian Batista de Souza, de 37 anos, conhecido como Marcelão, estava foragido há 12 anos, e é apontado como o maior chefe do tráfico de drogas da Vila Sumaré, na Região Nororeste de Belo Horizonte. Faltava apenas um dia para prescrever o mandado de recaptura quando a polícia o localizou na casa do sogro.

De acordo com o delegado Vladimir Soares, da 5ª Delegacia Antidrogas de BH, Marcelão cumpria pena por tráfico de drogas quando, em 2001, estava doente e foi atendido no Hospital Belo Horizonte. Ele estava sob escolta policial quando homens armados invadiram a unidade e o resgataram. Desde então ele ficou foragido. A polícia não soube explicar por que um detento do sistema penitenciário foi atendido em um hospital da rede particular de saúde, e não no serviço público.

Os passos de Marcelão voltaram a ser monitorados no ano passado. Em abril, a polícia apreendeu uma carreta com 210 kg de maconha e 40 kg de cocaína na rodovia MG-424, em São José da Lapa, na Grande BH. O veículo seguia para a Vila Sumaré, na capital, e o transporte era monitorado por comparsas de Marcelão, que a polícia sabia ser o gerente do tráfico na cidade.

Segundo o delegado, o traficante passou os dois anos vivendo em cidades que faziam fronteira com o Paraguai e, de lá, continuava comandando a venda de drogas na capital mineira. Há um mês, a Polícia Civil recebeu informação de que o traficante estava retornando para Belo Horizonte e montou uma operação para localizá-lo. No dia 7 de março ele foi capturado. No dia 8 prescreveria o mandado de recaptura.

“Acho que ele acreditava que a polícia não estaria mais atrás dele, principalmente pelo tempo em que ele já estava foragido”, disse o delegado Vladimir Soares.


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