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Estado de Minas GRIFE MINEIRA

Eternas debutantes

Da sedução do estilo sereia à graciosidade dos fluidos e volumosos, a coleção para debutantes da Arte Sacra é versátil e muito tentadora. Na modelagem, vestidos curtos e longos com muito tomara que caia, volumes godê e assimetrias


postado em 12/01/2020 04:00 / atualizado em 13/01/2020 15:55

Tomara que caia em tule rosê(foto: Lett Sousa e Roni Diaz/divulgação.)
Tomara que caia em tule rosê (foto: Lett Sousa e Roni Diaz/divulgação.)
 

Para a temporada de inverno 2020, a Arte Sacra voltou seus olhos para as debutantes e desenvolveu uma coleção cápsula especialmente para elas. Composta por 16 peças, a Arte Sacra Quinze oferece às jovens peças modernas que brincam com o desejo de ser princesas, mas sem deixar de lado a roupa moderna que as jovens dessa faixa etária gostam, para curtir a balada. Com um toque descontraído e confortável.

 

Pensando nisso, as irmãs Marcela e Carolina Maloy criaram vestidos funcionais com saias removíveis. “O objetivo é que as meninas cheguem à festa com um vestido triunfal e, logo depois da valsa, possam curtir o baile com mais conforto. As saias são facilmente retiradas e o vestido transformado em um lindo curto ou em um macaquinho”, revela Carolina Malloy, diretora criativa da etiqueta. Alguns modelos são três em um, ou seja, a aniversariante pode receber os convidados com um comprimento de saia, depois trocar pela longa para a valsa e em seguida tirar a saia e ficar com um curto com muito brilho para a balada.

 

Vestido nude curto, todo rebordado, ideal para a balada depois da valsa...(foto: Lett Sousa e Roni Diaz/divulgação.)
Vestido nude curto, todo rebordado, ideal para a balada depois da valsa... (foto: Lett Sousa e Roni Diaz/divulgação.)
 

Da sedução do sereia à graciosidade dos fluidos e volumosos, a modelagem reflete a importância da diversidade feminina. Vestidos curtos e longos compõem a coleção. Chamam a atenção decotes e o tomara que caia, volumes godê e assimetrias. Rendas, paetês, babados e efeitos translúcidos do tule. Na estamparia, um print exclusivo com efeito aquarelado é o grande destaque.

 

Para agradar a todo tipo de debutante, a Arte Sacra selecionou uma cartela que celebra cada momento especial. Cores exclusivas como rosa gaia, sunset, cerejeira, lírio, vermelho, água, azul bold, chá verde, hortelã e menta, dialogam com tons mais neutros como blush, offwhite, prata, marinho e o preto.

 

Saia curta assimétrica em organza para receber os convidados...(foto: Lett Sousa e Roni Diaz/divulgação.)
Saia curta assimétrica em organza para receber os convidados... (foto: Lett Sousa e Roni Diaz/divulgação.)
 

O COMEÇO Sonho, fé, beleza, arte e moda. Começou assim a história da Arte Sacra  Coutture, grife especializada em moda festa que sempre apresenta ao seu público modelos exclusivos e trabalhados com cuidado, carinho e técnica. Maria Rita Malloy, a fundadora da Arte Sacra, é uma artista plástica que, há 30 anos, estava angustiada com a sua atividade e ansiosa por novas propostas. Foi em um sonho — literalmente — que a inspiração para a mudança que tanto desejava surgiu. Enquanto dormia, vislumbrou uma mulher vestida de branco, que apontava para um cabideiro no qual os seus vitrais estavam dispostos. Depois dessa visão, a mineira entendeu que sua arte servia não somente para adornar, mas também para vestir. A partir daí, Maria Rita materializou a ideia e alinhou a beleza de seus vitrais às peças do vestuário feminino com aplicações e estampas exclusivas que remetiam à técnica que dominava. Inicialmente, eram peças casuais e itens em malha e cotton.

 

Saia longa para a valsa(foto: Lett Sousa e Roni Diaz/divulgação)
Saia longa para a valsa (foto: Lett Sousa e Roni Diaz/divulgação)

Como toda artista, Maria Rita apresentava inquietude, vontade de fazer algo novo, diferente e, principalmente, que fosse um desafio. Sendo assim, ela começou a bordar e criou peças com traçado único, que apresentavam para as clientes o que elas procuravam: exclusividade e sofisticação. Em 1994, com passos cuidadosos, a Arte Sacra  Coutture passou a criar vestidos para festa. A produção em pequena escala para o segmento se manteve até 2000, ano em que a grife montou seu showroom e passou a elaborar mais modelos e expandir seus pontos de venda para todo o país.

 

Vestido tomara que caia em tule rosê(foto: Lett Sousa e Roni Diaz/divulgação)
Vestido tomara que caia em tule rosê (foto: Lett Sousa e Roni Diaz/divulgação)
 

Os looks de moda festa da Arte Sacra  Coutture eram os primeiros a se esgotar, apontando um novo caminho. No ano de 2010, quando a grife completava 20 anos, um marco: a opção de produzir apenas vestidos de festa, retornando ao sonho inicial e ao talento artístico arraigado no DNA. O début para esse estilo foi a coleção de verão 2010, na qual os vitrais de Maria Rita Malloy foram a inspiração, presentes nas criações e cenários. A escolha de direcionar a produção foi assertiva e, a partir da temporada, a marca se consolidou como referência no mercado. 

 

Saia longa para a valsa(foto: Lett Sousa e Roni Diaz/divulgação)
Saia longa para a valsa (foto: Lett Sousa e Roni Diaz/divulgação)
 

 

As irmãs Carolina e Marcela Maloy(foto: Lett Sousa e Roni Diaz/divulgação)
As irmãs Carolina e Marcela Maloy (foto: Lett Sousa e Roni Diaz/divulgação)
 

 

 

 

 


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