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Estado de Minas INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Professor cria assistente no mundo virtual

Chatbot educacional contribui para a experiência de aprendizagem


postado em 29/07/2019 15:24 / atualizado em 29/07/2019 17:58



O professor da UNA e do Uni-BH Leonardo Drummond Vilaça conta como criou o Katri, um chatbot para ser usado como professor-assistente no mundo virtual, resultado de sua pesquisa de doutorado. “Essa ideia surgiu porque trabalho como professor da UNA e do Uni-BH e também como líder de inovação acadêmica do Instituto Ânima. Ao pensar em como trazer inovações para a educação superior, estava discutindo com meu diretor e a nossa equipe sobre projetos que usassem inteligência artificial. No curso de relações internacionais, o professor Rafael Ávila já tinha experimentado criar um chatbot e eu entrevistei os alunos dele. Ouvi o que pensavam dessa experiência e também entendi como o professor criou o chatbot”, conta.

Ele conversou também com empresas de chatbot, e percebeu que nem educadores nem profissionais sabem exatamente como fazer para desenvolver chatbots que de fato contribuam para a experiência de aprendizagem. “Estão todos experimentando, tateando a área. Aí, coloquei o desafio de criar um chatbot para esse curso finlandês, do qual sou o coordenador. Como não achei nem na literatura, nem nas empresas que atuam com isso critérios específicos para produzir chatbots educacionais, pedi ao Vicente Parreiras, meu orientador de doutorado no Cefet, para mudar meu tema de pesquisa e comecei a fazer pesquisas e testes para criar então essa referência para professores e desenvolvedores que, como eu, querem criar chatbots para promover aprendizagem dos estudantes”, relembra.

Leonardo especifica a importância do uso do e-learning analytics nas faculdades. “O uso de inteligência artificial, dependendo das atividades de aprendizagem que são propostas, pode contribuir, por exemplo, para o desenvolvimento cognitivo e raciocínio lógico do estudante. Além disso, a inteligência artificial pode otimizar o trabalho do professor”, diz. Mas ele faz uma ressalva. “Vale sempre lembrar que a inteligência artificial não pode substituir nunca o professor. O ideal é que a inteligência artificial auxilie o professor em seu trabalho e no desenvolvimento de competências dos estudantes”, finaliza.


* Estagiária sob a supervisão da editora Teresa Caram






ESTRUTURA DIFERENCIADA

Rodrigo Bernadelli, diretor-geral de ensino do Grupo Olimpo, diz que aluno se envolve de forma natural nos projetos (foto: Sílvio Simões/Divulgação)
Rodrigo Bernadelli, diretor-geral de ensino do Grupo Olimpo, diz que aluno se envolve de forma natural nos projetos (foto: Sílvio Simões/Divulgação)


Belo Horizonte acaba de receber uma unidade do Colégio Olimpo, que oferece grade diferenciada e se tornou excelência no ensino. A instituição oferece técnicas de redação, aulas de robótica e xadrez, simulados periódicos nos moldes dos vestibulares mais concorridos, viagens pedagógicas nacionais e internacionais enriquecedoras. “Participamos e estruturamos projetos de iniciação científica que estejam aliados aos grandes movimentos nacionais e internacionais, entre eles o International Young Physicists' Tournament (IYPT), olimpíadas brasileiras de física, economia e computação. Além de laboratórios de robótica, estúdio maker, que são feitos na própria escola”, disse o diretor-geral do Grupo Olimpo, Rodrigo Bernadelli. O Colégio Olimpo surgiu em 2004, como cursinho, em Goiânia. Com o passar do tempo e o esperado crescimento, abriu unidades pelo Brasil, entre elas, em Brasília, Palmas e Uberlândia (MG). “O maior diferencial é a nossa estrutura pedagógica, que entrega conteúdo de forma moderna, levando o aluno ao sucesso na vida acadêmica, pois, de maneira lúdica, ele aprende a gostar de estudar e se envolve de forma tranquila”, explicou o diretor-geral.
 
 
 

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