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Estado de Minas ESPECIAL EDUCAÇÃO

Parceiros na evolução


postado em 09/02/2020 04:00

Cerca de 40% dos alunos são internacionais, ou seja, vieram de países e culturas diferentes daquelas onde estudam. É necessário criar formas de captar a atenção e o interesse desses jovens%u201D Geneviève Poulingue, reitora da Skema Brasil(foto: Fábio Alves/Agência i7)
Cerca de 40% dos alunos são internacionais, ou seja, vieram de países e culturas diferentes daquelas onde estudam. É necessário criar formas de captar a atenção e o interesse desses jovens%u201D Geneviève Poulingue, reitora da Skema Brasil (foto: Fábio Alves/Agência i7)


Formar profissionais de excelência para o futuro. Capacitados, com habilidades e competências desejadas pelas empresas da Era 4.0. Rica missão da Skema Business School, que há 10 anos investe em inovação, globalização e digitalização por meio de programas de ensino e pesquisa sustentados por uma infraestrutura de ponta em seus câmpus treinando talentos. Para isso, entre os valores essenciais destaca-se a preocupação com o corpo docente altamente gabaritado.
 
Geneviève Poulingue, reitora da Skema Business School no Brasil e responsável pela operação da escola no país, onde atua em Belo Horizonte desde 2015, afirma que na seleção de professores a escola prioriza candidatos que sejam doutores em suas áreas do conhecimento, tanto com perfil acadêmico sênior quanto júnior: “Para ser considerado sênior, o professor precisa já ter concluído seu doutorado há alguns anos e apresentar comprovada produtividade acadêmica, por meio de currículo consolidado e publicações de qualidade nos principais periódicos, baseados nas listas do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França (CNRS). Já o perfil júnior, significa ter concluído recentemente ou estar prestes a concluir o doutorado e apresentar perspectivas de pesquisa promissoras, comprovadas por meio de projetos em andamento, produção de artigos acadêmicos e publicações em periódicos científicos de alto nível.”
 
O fato de Belo Horizonte ser escolhida para receber o câmpus da instituição na América Latina foi pelo alto potencial de desenvolvimento científico e de inovação, e especialmente por ser um polo da economia digital no Brasil. Geneviève Poulingue destaca que a Skema Business School é uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de formar líderes alinhados ao contexto do século 21 e capazes de encontrar respostas para os desafios da sociedade. “Por isso, ao mesmo tempo em que é uma escola particular – e, portanto, precisa gerar receita para se manter – ela apresenta uma mentalidade bastante especial e defende declaradamente valores humanistas, além da excelência, a diversidade e a inovação. Com isso, de uma maneira quase 'darwiniana', o professor que não acompanhar ou não se adaptar a esses valores humanistas não permanece na escola.”
 
A reitora explica que, para ser manter como uma escola de negócios reconhecidamente de alto nível, a Skema exige que seus professores sejam capazes de apresentar competências para um ensino de alta qualidade, tanto na graduação quanto na pós-graduação. “Além disso, eles precisam estar atentos e acompanhar as novas técnicas e inovações na área do ensino e da aprendizagem. A escola também avalia o potencial de contribuição dos candidatos ao ambiente institucional, incluindo soft skills (habilidades sociais e comportamentais), bem como a capacidade de ser um membro positivo para a equipe docente, como um representante acadêmico construtivo, e apresentar boas competências de comunicação e compromisso com a vida institucional da escola.”
 
Como uma instituição global de negócios, a Skema prima por professores que se diferenciam por soft skills desenvolvidas: “Em todas as unidades da Skema no mundo, encontramos um cenário multicultural parecido, o que nos traz desafios únicos, assim como oportunidades peculiares. Cerca de 40% dos alunos são internacionais, ou seja, vieram de países e culturas diferentes daquelas onde estudam. É necessário criar formas de captar a atenção e o interesse desses jovens”.

OS PILARES Conforme Geneviève Poulingue, os professores são os pilares da Skema Business School. Mais do que assessorados, eles são parceiros da escola em sua evolução. Segundo ela, a proposta como instituição de ensino visionária tira os professores dessa zona de conforto. “Para isso, não dividimos nossa gestão acadêmica por disciplinas, como marketing, administração ou finanças, da forma como ocorre na maioria das escolas. Em vez disso, organizamos as disciplinas em três departamentos: globalização, digitalização e inovação. Além disso, todos os professores titulares são pesquisadores e, portanto, incorporam a missão da escola de inovar e criar conhecimento, com o desafio de não apenas transferir conhecimento para os estudantes, mas convidá-los a ser cocriadores desse conhecimento. Como é uma escola de negócios, eles têm de dialogar tanto com a academia quanto com o mercado e com a comunidade profissional.”
 
Na Skema os professores são exigidos quanto à conectividade com o tempo atual e o futuro: “Quando se é um professor neste contexto globalizado e tecnológico, primeiro de tudo é necessário ter convicção de seus valores e conhecimentos. Mas, ao mesmo tempo, é preciso duvidar e compreender que tudo o que sabemos e acreditamos pode ser questionado. Nesse cenário atual, mais do que uma pessoa de mente aberta, o professor tem de ser também rigoroso em relação às fontes de seu conhecimento e evolução”.


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