Publicidade

Estado de Minas

Seu Carmo, novo bar da Rua Grão Mogol, combina tradição e modernidade

Cardápio tem pastel e carne serenada, além de salmão curado e drinques especiais. Casa é administrada pelos donos do Baiuca, o tradicional botequim do Bairro Funcionários


postado em 10/01/2020 04:00

Rodrigo Pires diz que a proposta do seu bar é unir tradição e modernidade(foto: Ramon Lisboa/EM/D.A Press)
Rodrigo Pires diz que a proposta do seu bar é unir tradição e modernidade (foto: Ramon Lisboa/EM/D.A Press)

Um bar que mescla o tradicional com o contemporâneo. Assim é o Seu Carmo, inaugurado há pouco mais de um mês no bairro que leva seu nome, na esquina das ruas Grão Mogol e Rio Verde. O proprietário Rodrigo Pires tem know-how no ramo: é um dos sócios do Baiuca, no Funcionários. “A gente queria aquela coisa do boteco de bairro, mas com pegada moderna. Nosso cardápio traz tira-gostos usuais em bares, como a linguiça com mandioca e a carne serenada, mas também inovações como o salmão curado”, comenta.

O imóvel, que já abrigou outros bares e restaurantes, passou por reforma, foi totalmente remodelado e pode receber 60 pessoas. “É outro ambiente, outra proposta. Temos mesas lá dentro e principalmente na calçada, pois é disso que o belo-horizontino gosta. A ideia é entrar no clima de verão, bem descontraído”, frisa.

Seu Carmo não deixa de ser também uma “preparação” para o carnaval, pois muitos blocos desfilam e ensaiam na região. “É para ir fazendo o esquenta. Nossa intenção é que seja um local para as pessoas se sentirem à vontade. Elas chegam do trabalho e fazem happy hour aqui. Ou, nos fins de semana, vêm almoçar com os amigos e a família”, diz Rodrigo.

Entre os petiscos que têm conquistado o paladar da clientela estão os tradicionais pastéis de carne de panela na cerveja (R$ 24) e de bacalhau (R$ 28), o torresmo de barriga com chimichurri da casa (R$ 20) e a carne serenada com mandioca (R$ 49,90). Quem quiser algo mais contemporâneo pode experimentar a bruschetta com pancetta, parmesão e alho 
(R$ 25), o tiradito de camarão ao molho de aji amarillo (R$ 38), o dadinho de tapioca de ketchup de manga (R$ 27) e o salmão curado (R$ 35). “Temos ainda a opção do Trupico (R$ 29) para tira-gosto, que costuma ter boa saída”, avisa Rodrigo.

PRATOS

Há também pedidas para quem prefere algo de mais sustança, assinadas pelas chefs Vaval Almeida, a Baiana, e Samira Lyrio. Entre elas estão o filé à parmegiana (R$ 85,90), o filé à cavalo (R$ 75,90), a moqueca de peixe (R$ 79,90) e a picanha com cebola e baroa em manteiga de chimichurri (R$ 90) – todos para duas pessoas.

Entre as pedidas individuais, destacam-se o tornedor de filé com linguine ao molho de gorgonzola e nozes (R$ 65), a lasanha aberta de camarões com molho de açafrão-da-terra, alho-poró e acelga (R$ 62) e o peixe assado do dia com couve-flor tostada e tomates (R$ 65). Aos sábados, tem feijoada para uma pessoa (R$ 34,90) ou duas (R$ 59,90).

O cardápio de bebidas também é variado, com cervejas artesanais da Backer – pilsen (R$ 16,90), pale ale (R$ 18,70) e Capitão Senra (R$ 20,90) – e chope (R$ 8,90). Opções tradicionais, a Brahma custa R$ 10,90 e a Original, R$ 12,20.

O bartender Sebastian Pires assina os drinques. Negroni (R$ 22), gim-tônica (R$ 24), aperol (R$ 22) e mojito (R$ 24) são algumas das opções, além de coquetéis exclusivos batizados com nomes de ruas da região: Passa Tempo (R$ 22), com uísque, suco de maracujá e espuma de gengibre artesanal; Grão Mogol (R$ 19), com rum, hortelã, suco de limão, xarope de açúcar e chope pilsen; Pium-í (R$ 24), gim, mix de frutas vermelhas e espuma de gengibre (R$ 24); e Montes Claros (R$ 22), feito com uísque, tangerina, limão e xarope de açúcar.


Publicidade