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Estado de Minas TELEVISÃO

Monica Iozzi: 'Sempre sou puxada pra esse lugar da política'

Atriz é entrevistada por Simone Zuccolotto e fala sobre seus próximos trabalhos, entre eles os filmes 'Mar de dentro' e 'Turma da Mônica - Lições'


31/03/2021 04:00 - atualizado 31/03/2021 07:21

Em participação no 'Cinejornal' do Canal Brasil, Monica Iozzi vai falar sobre último longa, 'Mar de dentro'(foto: CANAL BRASIL/DIVULGAÇÃO)
Em participação no 'Cinejornal' do Canal Brasil, Monica Iozzi vai falar sobre último longa, 'Mar de dentro' (foto: CANAL BRASIL/DIVULGAÇÃO)
Monica Iozzi é a entrevistada de Simone Zuccolotto para o “Cinejornal”, nesta quarta-feira (31/3), às 13h30, no Canal Brasil. No bate-papo, a atriz falou sobre seus próximos trabalhos. Entre os inéditos, estão os filmes “Mar de dentro”, de Dainara Toffoli, e “Turma da Mônica – Lições”, de Daniel Rezende; a série para a TV portuguesa “Crônica dos bons malandros”; e a audiossérie para o Spotify “Sofia”. Monica deve estrear um programa no Canal Brasil ainda este ano.

A conversa começa com Simone afirmando: “Falar com a Monica é falar de política. No sentido de todas as esferas da nossa vida que a política está dentro: na política da cultura, na política do corpo, da educação, da ciência, da polarização. Você já percebeu que todos os seus caminhos te levam nesse sentido?” A atriz concorda com a apresentadora. “Nunca tinha olhado por esse viés, não. Mas você tem toda razão. Porque até quando fiz trabalhos mais cômicos, sempre, de alguma maneira, era puxada pra esse lugar da política.”

E esse é o gancho para a atriz falar de seu último longa, “Mar de dentro”, que ainda não estreou por causa da pandemia. “O filme conta a história de uma mulher que engravida sem planejar, que não está num relacionamento... Querendo ou não, tem uma megadiscussão política no filme. Porque estamos falando dos direitos da mulher, dos direitos da mulher como mãe, do fato de que as mulheres, quando saem de licença-maternidade, quando voltam, ou perdem o cargo que tinham ou são demitidas um ano depois. A vida apresenta essas surpresas para a gente. Acho que em todos os trabalhos que fiz, em algum momento, de alguma maneira, mesmo que de forma sutil, a política apareceu. No “Videoshow” (Globo), inclusive. É muito louco isso!”


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