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Estado de Minas MÚSICA

Live com Happy Feet Jazz Band celebra o amor no Dia dos Namorados

Happy Feet Jazz Band preparou repertório especial, em show que será transmitido pelo Portal Uai nesta sexta (12), às 20h30


postado em 12/06/2020 04:00 / atualizado em 12/06/2020 20:26

Comemorar o Dia dos Namorados ao som de jazz, apesar da pandemia. O convite vem do trompetista Marcelo Costa, que comandará uma live, nesta sexta-feira (12), nos canais do Portal Uai. A Happy Feet Jazz Band preparou repertório especial para esta noite. Os músicos se reunirão na casa de Marcelo, em Belo Horizonte, de onde será feita a transmissão.

Com cerca de de 60 minutos, o show terá clássicos românticos de Ray Charles, Louis Armstrong, Frank Sinatra, Nat King Cole, Bing Crosby, Ella Fitzgerald, Billie Holiday, Duke Ellington e Louis Prima. O show ao vivo da banda mineira é um oferecimento dos Supermercados EPA e Mineirão Atacarejo.

“Não tem como fazermos isso a distância, pois não há sincronização. Por isso vamos nos reunir na minha casa, lá tenho um piano”, conta o trompetista, enfatizando que o grupo adotará todos os cuidados recomendados pelas autoridades do setor de saúde. “Respeitaremos o distanciamento durante a apresentação”, reforça Marcelo.

ESTREIA 

Está é a primeira live da Happy Feet. “Temos a aparelhagem necessária – microfones, caixas, mesa de som e instrumentos –, podemos oferecer som com boa qualidade, principalmente para quem tiver TVs do tipo smart ou aparelhos ligados a um home theater”, observa Marcelo Costa. “Antes da pandemia, as pessoas saíam para comemorar o Dia dos Namorados, os lugares ficavam lotados. Com a quarentena e todos em casa, as coisas mudaram. As lives se tornaram necessárias neste momento de emoção e amor. Vai ser muito legal, um programa bacana e com música boa”, promete.

No repertório, I can’t stop loving you, de Ray Charles, clássico que nunca falta no Dia dos Namorados, e medley com sucessos de Frank Sinatra. A seleção se pautou nos shows presenciais da Happy Feet.

“São canções que temos apresentado nos últimos dois anos. A live também vai servir para a gente matar a vontade de se encontrar. Nesses 90 dias de isolamento social, será a primeira vez que tocaremos juntos”, diz Marcelo. Além dele, o grupo, que tem 12 anos de carreira, é formado por Fernanda Rabelo (sax e voz), Fred Natalino (piano), Yan Vasconcelos (contrabaixo) e Bo Hilbert (bateria).

APELO 

Os fãs cobravam da Happy Feet shows ao vivo transmitidos pela internet. “As pessoas pediam muito pra gente fazer lives. Mas eu pensava: tem um problema, pois toco um instrumento melódico, não dá para fazer sozinho. Era preciso o encontro, outros músicos. Chegou a hora”, diz o trompetista.

Depois do show do Dia dos Namorados, outros virão. “Com certeza, devemos fazer outras lives. Tem gente interessada em tocar conosco, agora muitas coisas vão recomeçar devagarinho. Evidentemente, restaurantes, teatros e casas noturnas permanecerão fechados para shows durante algum tempo, mas as lives estão aí. O bom, mesmo, é tocar junto. É quando a música fica melhor”, diz.

Happy Feet Jazz Band selecionou clássicos de Ray Charles, Frank Sinatra e Nat King Cole para o show desta noite(foto: Francisco Dumont/divulgação)
Happy Feet Jazz Band selecionou clássicos de Ray Charles, Frank Sinatra e Nat King Cole para o show desta noite (foto: Francisco Dumont/divulgação)


A noite desta sexta-feira promete agradar a vários públicos, acredita Marcelo. “Todo mundo em casa, não tem como sair, ir para o restaurante. A pessoa está lá com o namorado, a namorada, a mulher, o marido. Aí, podem abrir um bom vinho, pegar o tira-gosto. Enquanto o jantar está no forno, pode-se ouvir uma boa música com a Happy Feet. Para os solteiros, também é legal assistir a um show ao vivo com repertório impecável.”

Autor de uma coleção de sucessos da música romântica – Nascente, Espanhola, Todo azul do mar e Besame, entre outros –, Flávio Venturini também vai cantar ao vivo para os namorados nesta sexta-feira.

“Tem sido um exercício fazer lives. Elas são também uma oportunidade de passear por minha obra e meu repertório. Tenho procurado fazer uma diferente da outra e estou conseguindo. Comecei experimentando a linguagem, depois fiz uma maior, baseada no Clube da Esquina”, diz Venturini.

Ele vai transmitir o show de sua casa, ao lado da banda que o acompanha. “Conto com uma boa equipe, bom som e boa luz. É uma maneira de estar presente na vida das pessoas, comunicando e trocando ideias”, afirma.

O músico mineiro lembra que as lives, além de permitirem ao artista retomar o contato com o público, oferecem ajuda neste momento difícil, repassando donativos para entidades filantrópicas. A live de Venturini, por exemplo, será em prol do Centro Organizado de Tratamento Intensivo à Criança (Cotic) e do Projeto de Incentivo à Vida (Pivi).


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