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Estado de Minas

Veja 'Chefe de gabinete', série eletrizante sobre o jogo sujo do poder

Corrupção, caixa-dois, promotores agindo acima da lei e campanhas eleitorais viciadas são temas da produção sul-coreana exibida pela Netflix


postado em 06/09/2019 04:00 / atualizado em 05/09/2019 19:48

O ator Jung-jae Lee como o chefe de gabinete Jang Tae Joon (foto: Netflix/Divulgação)
O ator Jung-jae Lee como o chefe de gabinete Jang Tae Joon (foto: Netflix/Divulgação)
Empresário comprando candidatos, dinheiro injetado ilegalmente em campanhas, promotores agindo acima da lei. A série sul-coreana Chefe de gabinete (Netflix) nos soa pra lá de familiar.
 
Em oito episódios, alguns eletrizantes, assistimos à metamorfose de Jang Tae Joon (Jung-jae Lee). Ele já foi um idealista servidor público, mas vai se tornando víbora no serpentário do poder.

Tae Joon comanda o gabinete de um deputado prestes a se tornar ministro. Joga pesado, quer disputar a eleição, precisa do apoio do chefe inescrupuloso. Haja fôlego (e estômago) para seguir Tae Joon em sua cruzada político-existencial. O que funciona? Defender boas ideias que nunca vão além do palanque? Ou entrar no esquema para implementá-las?

Sob o olhar inocente do jovem estagiário, o chefe de gabinete se mete em corrupção, intrigas, golpes baixos e jogadas brilhantes. Idealista pragmático? Canalha? O ambicioso Tae Joon é do ramo.
 
Alguma esperança ética vem de seu velho amigo, o parlamentar idealista Lee Sung Min (o ótimo ator  Jin-Young Jung). Mas... A vida é como ela é. E a segunda temporada está prometida. Tomara que a Netflix cumpra a palavra.


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