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Linguagens do amor

Cada indivíduo nasce com uma maneira específica de identificar e receber afeto


postado em 04/03/2019 05:08

Ontem, na página 2 do caderno Feminino & Masculino, a colunista Patrícia Espírito Santo escreveu sobre a linguagem do amor entre os casais. Um texto muito bom, explicando que, muitas vezes, eles dão uma “desafinada” porque um fala linguagem que não é entendida pelo outro. Ela exemplificou com usos e costumes que cada pessoa aprende no convívio familiar e acaba repetindo com seu companheiro ou companheira.

Não sei se ela conhece Gary Chapman, que escreveu sobre as cinco linguagens do amor. Quando identificadas, elas ajudam muito a adotar a linguagem que o outro vai entender.

Tenho uma amiga que se separou, apesar de todo o amor que ela e o marido sentiam um pelo outro. Um não falava a linguagem amorosa que o outro entendia. Ele mandava buquê de flores todos os meses no dia em que os dois começaram a namorar e no dia do casamento. Ela não dava o menor valor para isso. Por outro lado, ele não ajudava nos afazeres domésticos, como trocar lâmpadas, ajudar a fazer um supermercado, etc.

A linguagem é a capacidade do ser humano de produzir, desenvolver e compreender a língua e outras manifestações da comunicação. De acordo com Chapman, há cinco linguagens básicas por meio das quais o amor é expressado e compreendido. Cada indivíduo nasce com uma maneira específica de identificar, receber e dar afeto. Esse processo é chamado de linguagem.

A tentativa de demonstrar amor por meio de determinada linguagem para alguém que também carrega uma linguagem particular é o mesmo de fazer declaração em português para um americano que nunca teve contato com a nossa língua. O primeiro passo para expressar amor por outra pessoa, portanto, é identificar a linguagem do amor que ela compreende. E também a linguagem que a pessoa amada utiliza para isso. Confira as cinco linguagens:

Palavras de afirmação – A pessoa se sente amada quando recebe elogios como “o jantar estava ótimo” ou “acho que você faz isso muito bem”, além de incentivos como “vai dar tudo certo”.

Qualidade de tempo – Outras pessoas se sentem amadas quando o companheiro, pai ou mãe dedicam a elas um tempo exclusivo, ainda que pequeno, mas de qualidade. Pode ser com conversas, passeios, ir ao cinema, etc.

Presentes – Outras pessoas se sentem amadas quando são presenteadas. O que menos importa é o valor financeiro do que ela recebe, pode ser uma flor, um bombom, uma joia ou uma viagem. O importante é o valor simbólico, pois é a atitude que demonstra o amor.

Gestos de serviço – Nesse caso, o que vale é o que você faz por quem ama, mais do que qualquer palavra ou presente. Lavar a louça, trocar a lâmpada, consertar a fechadura, levar o carro para a revisão demostram o quanto essa pessoa é importante para você.

Toque físico – Aqui, é a manifestação de carinho que conta: beijo, abraço, cafuné, massagem, relações sexuais, toques suaves pelo corpo, mãos dadas. Mais do que saber que o amor existe, algumas pessoas precisam senti-lo fisicamente.

Se a sua linguagem for “presente”, mas a do seu companheiro for “serviço”, não adianta enchê-lo de presentes, pois não vai surtir o efeito de uma declaração de amor. Para isso é necessário fazer coisas para o outro, atender a essa demanda. Você deve falar a linguagem que ela entende e vice-versa. Por isso, é importante saber identificar a linguagem de seus filhos, marido, mulher, namorado, etc. (Isabela Teixeira da Costa/ Interina)


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