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Atenção aos sinais


postado em 05/05/2019 05:06

A filósofa Patrícia Cândido lembra que muitas pessoas transformam energias negativas em depressão(foto: Arquivo pessoal)
A filósofa Patrícia Cândido lembra que muitas pessoas transformam energias negativas em depressão (foto: Arquivo pessoal)
Os chacras são os pontos em que se encontram e fundem os meridianos, canais condutores da energia no organismo. Cada um está em estreita correspondência com certas funções físicas, mentais, vitais ou espirituais. Em um corpo saudável, todos esses pontos giram energia a uma grande velocidade, mas, se um desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo de energia fica inibido ou bloqueado, e disso resulta o envelhecimento ou a doença. O corpo tem uma relação sutil com o mundo astral, e a obstrução dessa ligação com o Divino pode elucidar a noção de causa e consequência entre as doenças e as crises emocionais. São recorrentes as situações em que a pessoa acaba somatizando e transformando energias negativas em depressão, raiva, solidão, além das enfermidades físicas propriamente consideradas.

“Para que haja saúde física, mental, energética, emocional e espiritual é preciso a interação perfeita entre todas as nossas camadas, tanto sutis quanto físicas. Os chacras estão presentes no corpo sutil e apresentam diversas frequências e funções. No corpo físico, eles são representados pelas glândulas endócrinas principais. Por isso, todos os movimentos energéticos ocorridos nos chacras têm reflexo em cada glândula endócrina correspondente no corpo físico”, elucida a filósofa Patrícia Cândido, pesquisadora na área da espiritualidade há mais de 15 anos. Ela ensina que o chacra é o componente energético que estimula a glândula para o seu total funcionamento. “A glândula vitalizada desempenha seu papel de secretar substâncias, como hormônios e outras, que são importantes para o funcionamento do organismo. Quando um chacra está desvitalizado, não gera energia suficiente para estimular a glândula a exercer sua função. Assim, ocorre uma carência nas suas secreções vitais em determinadas regiões do corpo físico, e essas deficiências, geralmente, são manifestadas na forma de doenças”, continua.

Patrícia cita como exemplo o lúpus, que pode ser decorrente de um passado muito sofrido, com perdas de familiares ou entes queridos. Normalmente, quem sofre com essa doença autoimune, acrescenta, não sente mais graça na vida, experimenta muita tristeza e sensação de abandono. Nesse caso, o chacra atingido é o cardíaco, que fica no centro do peito e está associado à produção de hormônios da glândula timo. “Um bom caminho para quem tem lúpus é perdoar a si mesmo e, principalmente, perdoar a vida, entendendo que as perdas fazem parte dela. Também é recomendado praticar atividades que estimulem a alegria de viver, procurar sorrir mais e ver a felicidade nas pequenas coisas”, orienta. Portanto, a origem de patologias está em comportamentos, pensamentos, sentimentos e emoções mal resolvidos, que contaminam os chacras.

VIBRAÇÃO Entre mais de 10 mil chacras espalhados pelo corpo e os bilhões pela aura, apontados pelos hindus, ao longo da coluna vertebral, desde o cóccix até o topo da cabeça, estão localizados os principais. Sua finalidade é catalisar energias vitais e conduzi-las para todo o organismo por meio do sistema nervoso. Estão conectados com tudo o que ocorre interna e externamente. Esses centros estão vinculados a um conjunto de características psicoemocionais e cada um tem uma cor associada – cada cor espelha um tipo de vibração ou frequência que cada chacra irradia, e pode variar conforme a circunstância. Ainda que a cor exata possa variar, há consenso geral sobre uma representação a partir das cores do arco-íris pelo sistema de chacras. Cada chacra também corresponde a um elemento da natureza.

Enfim, os sete chacras centrais estão assim distribuídos: 1º (chacra básico ou raiz) – elemento, terra; cor, vermelho; plexo sacral, localizado no períneo; suprarrenais, diz respeito à sobrevivência, segurança e responsabilidade. Segundo (chacra sexual) – elemento, água; cor, laranja, roxo ou vermelho; plexo esplênico, localizado abaixo do umbigo; gônadas, passa por sexualidade, sensibilidade e adaptabilidade. Terceiro (chacra solar) – elemento, fogo; cor, amarelo, verde forte e vermelho; plexo solar, localizado na zona da barriga; pâncreas, lembra poder pessoal, determinação e coragem. Quarto (chacra cardíaco) – elemento, ar; cor, verde, amarelo-ouro e rosa; plexo cardíaco, localizado no coração; timo, interfere quanto a amor incondicional, compaixão e perdão. Quinto (chacra laríngeo) – elemento, éter; cor, azul-celeste, lilás, branco, prateado ou rosa; plexo laríngeo, localizado na garganta; tireoide, relaciona-se à liberdade de comunicação, liberdade de expressão e criatividade. Sexto (chacra frontal) – cor, azul índigo, branco-azulado, amarelo, esverdeado e roxo; plexo frontal, localizado na testa, entre as sobrancelhas; pituitária, influência no autoconhecimento, discernimento e compreensão. Sétimo (chacra coronário) – cor, violeta e branco fluorescente ou dourado; plexo coronário, localizado no topo da cabeça, bem no centro; pineal, ligada à espiritualidade, conexão com o sagrado e plenitude. (JG)


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