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Estado de Minas

Lembranças no aniversário de 152 anos de nascimento de Wenceslau Brás

Mineiro de Brasópolis, foi o sexto presidente do Brasil, cujo mandato, de 1914 a 1918, foi marcado por série de eventos importantes que tornam o político merecedor de referências na história nacional


postado em 27/02/2020 04:00 / atualizado em 26/02/2020 18:01

A data de hoje marca o aniversário de 152 anos de nascimento, na cidade de Brasópolis, do político mineiro Wenceslau Brás, sexto presidente do Brasil, cujo mandato – 1914 a 1918 – foi marcado por série de eventos importantes que o tornam merecedor de referências constantes no calendário histórico nacional. Coisa que não acontece. Foi o presidente dos 4G. No seu mandato na Presidência, declarou guerra à Alemanha no grande conflito mundial de 1914 a 1918, enfrentou a pandemia da gripe espanhola, que matou 2 mil brasileiros, acabou com as grandes greves de 1917, e encerrou a guerra do Contestado entre o Paraná e Santa Catarina, fixando os limites dos dois estados.
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Promulgou o primeiro Código Civil Brasileiro, quando mandou tirar o “z” do Brazil, que passou a ser denominado Brasil. Deu início à industrialização forçada do país, já que, devido à grande guerra, as importações foram paralisadas. Foi eleito com grande votação, tendo derrotado Ruy Barbosa, considerado o homem mais erudito do país. Antes, resistiu por quatro anos como vice-presidente do marechal Hermes da Fonseca. Foi o presidente que viveu por mais tempo. Morreu os 98 anos, em Itajubá, em 1966. Segundo suas netas, poderia ter vivido mais tempo, caso não fumasse tanto. Realmente.

Coronavírus
Onde estão os profetas?

É praxe desde quando surgiram as religiões no mundo e a noção de Deus se solidificou entre as pessoas, ao aparecerem na Terra terríveis pestes, epidemias e outros fenômenos inexplicáveis que desandam a matar pessoas, logo desabrocham profetas e porta-vozes de seitas extremistas para proclamar que devido ao fato de os homens terem se tornado grandes pecadores se esquecendo da palavra do Criador estão sendo punidos pelos seus pecados e conduta imoral com doenças avassaladoras. Pois bem. Até agora, não apareceu nenhum profeta, nenhum augure para proclamar que o coronavírus surgiu por que os homens abraçaram o pecado, encheram seus corações com luxúria e soberba e agora estão sendo punidos pela justiça divina. A verdade é que cientistas e governantes estão meio tontos com o aparecimento desse vírus misterioso. Já no Brasil, se alguém alegar que a roubalheira e a corrupção dos políticos e governantes provocaram o aparecimento dessa epidemia por aqui, tem muita gente que vai acreditar. Sem dúvida.

Extraoficialmente, já foi traçada a origem do nascimento do coronavírus. Morcegos chineses espalham suas fezes com o coronavírus na zona rural na China. Animais selvagens, como o pangolim, têm contato com as fezes e em seguida com os homens e outros animais em feiras silvestres. Aí o vírus vai em frente. Progride. E o mundo passa a enfrentar uma de suas maiores estopadas de todos os tempos em matéria de doença infecciosa.   

Rebelião policial
Julgamento popular

Cresce entre os meios jurídicos, Ministério Público e a sociedade brasileira em geral (quanto aos governantes, não se sabe) a convicção de que os policiais militares que deflagraram a greve da categoria no Ceará, provocando uma enorme crise na segurança do estado e o desencadeamento de dezenas de assassinatos entre a população, desta vez devem ser punidos de maneira exemplar. Como vem sendo proclamado continuamente, com base tanto na Constituição ou em qualquer manual castrense, soldado, seja de que corporação for, não pode fazer greve. A greve é o fim da disciplina na classe, ou seja, o desmoronamento da instituição. No Brasil, as greves de policiais têm sido sempre premiadas não só com o atendimento de suas reivindicações como por anistias totais. Dizem que em 17 estados do Brasil fervilham movimentos grevistas de policiais. Aí vai ser o fim da picada.

Pesar
Eduardo Ballesteros

Enlutada a sociedade e os meios empresariais mineiros e cariocas com o falecimento, no Rio, no domingo de carnaval, do empresário belo-horizontino Eduardo Ballesteros, do tradicional clã dos Ballesteros, que morava na capital fluminense há vários anos. Figura dinâmica, Eduardo fundou em BH, com seu irmão Evandro, a Toulon, grife de moda masculina e feminina, que se tornou conhecida nacionalmente. Ele, sua mulher, a também belo-horizontina Rosana Simão, tinham ativa vida social tanto no Rio quanto em BH. Deixa saudades.

Cinco milhões
Onde estariam?

Que o carnaval de Belo Horizonte foi um sucesso, não há dúvida. Blocos e mais blocos. Multidões exultantes. Foliões delirantes. Com chuva ou sem, enfrentamento total. A pátria exige. Só que o leitor Maurício L. Varzin afirma em e-mail que não conseguiu visualizar nos desfiles de mais de 450 blocos pelas ruas de BH os 5 milhões de foliões anunciados pela Embratur. Aceita a faixa de 3 milhões. Nem para menos, nem para mais.

Mulheres do agronegócio
Encontro estadual

Fazendeiras, empresárias do campo, técnicas agrícolas e demais profissionais que atuam em atividades rurais em Minas Gerais estarão reunidas em 24 de março, em Uberlândia, para participar do 2º Encontro de Mulheres Mineiras do Agronegócio. Um dos objetivos do evento é consolidar a união das ruralistas mineiras, fortalecendo sua posição no setor. São esperadas mais de 1 mil mulheres no evento. Uma das palestras do encontro será “Mulheres do agronegócio: ousadia para crescer”. Avante ruralistas!

Complicou
Era Atômica

Na data de hoje, em 1952, o primeiro-ministro Winston Churchill anunciava no Parlamento da Inglaterra que o país já contava com a bomba atômica. Testes tinham sido realizados com sucesso. Como se sabe, em 1945, os Estados Unidos estrearam a bomba atômica no mundo. Em 1949, a Rússia soviética fazia o mesmo. A França só teve a bomba em 1960. Depois vieram a China (1964), Índia, Paquistão e Israel. O Irã está doido atrás da bomba. A Argentina quase teve a sua com Perón. Quanto ao Brasil, não se sabe.

Óleo no litoral
O mistério persiste

A respeito da nota da coluna sobre o mistério que continua a rondar a origem do petróleo que maculou as praias brasileiras, evento que leitor insiste em afirmar que o óleo seria proveniente de uma plataforma da Petrobras, recebemos e-mail do leitor Fenício B. Neves, contestando a afirmação. Afirma ele que, pela análise do DNA do petróleo que contaminou o litoral do país, ficou provado que é de origem venezuelana, diferente do óleo dos campos brasileiros. Atribuir à Petrobras o vazamento seria uma manobra de má-fé, com intenção de denegrir a imagem da estatal. Tudo bem. 

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