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Estado de Minas BOMBA DO JAECI

Incoerência de parte da torcida e imprensa

Temos tantos jogos ruins no Brasil, tantos placares magros que, quando assistimos um jogo com oito gols, deveríamos comemorar a volta dos bons tempos


11/06/2022 08:00 - atualizado 11/06/2022 08:03

Jogadores do Fluminense comemoram um dos gols da vitória por 5 a 3, contra o Atlético, no Maracanã, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro
Jogadores do Fluminense comemoram um dos gols da vitória por 5 a 3, contra o Atlético, no Maracanã, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro (foto: Marcelo Gonçalves/Fluminense)

Os torcedores e nós, da imprensa, vivemos pedindo grandes jogos no Brasileirão, pois o que temos visto são partidas com grande número de faltas, arbitragens ruins, reclamações e placares magros. Aí tivemos, na quarta-feira, no Maracanã, o melhor jogo da competição, entre Fluminense e Atlético, com oito gols e as duas equipes jogando pra frente, privilegiando o toque, a tabela, a arte, o gol. O que vimos foi parte da imprensa caindo de pau no Atlético, porque sofreu cinco gols. Vale lembrar que um 5 a 5 teria sido normal, tamanha a quantidade de oportunidades que o goleiro Fábio defendeu. É desse tipo de jogo que estamos precisando no Brasil. Chega de retrancas, pancadas e 1 a 0 sendo considerado “goleada”. E, vale lembrar, o resultado não atrapalhou em nada a vida do Galo, que continua entre os ponteiros do Brasileirão, candidatíssimo ao título.
 
Nem sempre o português é o melhor
 
Dorival Júnior
(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A press)
 
O Flamengo entrou numa onda de que somente os técnicos estrangeiros servem. Com a saída de JJ, em 2020, foi ao mercado e contratou Domenec Torrent, auxiliar de Guardiola por 10 anos. Não deu certo. Aí optou por Rogério Ceni, que conseguiu ser campeão brasileiro, mas caiu no ano seguinte. Foi a vez, então, de Renato Gaúcho, que ficou três meses, perdeu todos os títulos que disputou e foi mandado embora. O português Paulo Sousa foi a bola da vez. Ficou cinco meses e caiu na quinta-feira. Dorival Júnior, então no Ceará, foi o remédio encontrado. Vejam que nem todo técnico português é a certeza de bom trabalho e, na hora que a corda aperta o pescoço, são os técnicos brasileiros que salvam as equipes.

Jovens e talentosos

Da nova geração de treinadores, Jair Ventura e Maurício Barbieri são os mais promissores e competentes. O Flamengo chegou a pensar em recrutar Barbieri, que comandou o time principal na ausência de treinadores, mas optou por alguém mais experiente, pois o grupo de jogadores poderia não reagir bem. É preciso dar chance aos jovens, para formarmos uma nova geração de técnicos. Luxemburgo e Abel se aposentaram. Felipão deve fazer sua última temporada. As apostas dos clubes brasileiros têm sido em técnicos estrangeiros, principalmente para dar satisfação ao torcedor. Isso é um erro!

Mudança da água para o vinho?

Se o Flamengo começar a jogar bem, e ganhar várias partidas seguidas, estará comprovado que houve complô entre os jogadores para derrubar o português Paulo Sousa. Depois que ele comentou sobre erros individuais, na derrota para o Fortaleza, no Maracanã, não se esperava um bom jogo diante do Bragantino, tanto assim que o Flamengo perdeu e Sousa Caiu. Dorival é um grande técnico, mas se houver uma mudança muito radical no futebol, já nos próximos jogos, claro que os torcedores perceberão que havia um racha entre jogadores e Sousa. É esperar para ver as cenas dos próximos capítulos.








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