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Estado de Minas BOMBA DO JAECI

Não há mais clima para o presidente do Cruzeiro ficar

%u201CNão há mais clima para a atual diretoria continuar. A renúncia é o caminho a seguir%u201D


postado em 14/12/2019 04:00

Renúncia já

Não há mais clima para o atual presidente do Cruzeiro, Wagner Pires Sá, continuar a dirigir o clube. Depois de jogá-lo na lama, com graves problemas financeiros, denúncias contra ele próprio e na Segundona, ele insiste em ficar. O torcedor tem feito manifestações pedindo o afastamento e a renúncia de toda a diretoria e pergunta qual o motivo de tanto apego ao cargo. Até mesmo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais deputados exigem a saída dele. Até para que sua integridade física seja preservada, é melhor sair. É sabido que os vices eleitos nada têm a ver com as denúncias, pois contra eles não pesa nada. Porém, se amam o clube de verdade, que renunciem e deixem outro grupo tocar o clube.

Conselho tem o poder
Os conselheiros têm o poder de votar pela renúncia dos atuais dirigentes. Segundo entrevista de Gilvan de Pinho Tavares (foto), já há 200 conselheiros a favor da renúncia, mas isso é pouco. Nesse momento, seria necessário unanimidade, pois não há como manter no poder alguém investigado, que jogou o clube aos leões. O Cruzeiro deve quase R$ 700 milhões, salários atrasados, sem receita para 2020, com dívidas de R$ 60 milhões na Fifa que poderão jogá-lo na Série C, e só de comissão a empresários, segundo Zezé Perrella, pagou mais de R$ 70 milhões. Uma gestão dessas não pode e não deve continuar à frente do clube. O presidente não tem respaldo e crédito para conseguir ajustar as finanças do clube.

(foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press %u2013 20/10/19)
(foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press %u2013 20/10/19)


Técnicos estrangeiros
O sucesso do técnico português Jorge Jesus e do argentino Jorge Sampaoli (foto) está fazendo os dirigentes brasileiros repensarem as contratações de treinadores estrangeiros, deixando os preguiçosos brasileiros de lado. A metodologia dos brasileiros, a falta de estudo e as retrancas estão matando o futebol do Brasil, e os dirigentes enxergam uma outra realidade. O Santos, de Sampaoli e o Flamengo, de Jesus, deram aula de ofensividade e qualidade, e justamente por isso não há mais espaço para esses treinadores enganadores. E, mais um detalhe: não há mais como os clubes pagarem R$ 500 mil, R$ 700 mil, R$ 1 milhão mensais a técnicos defasados e retrógrados. Os clubes deveriam se unir e limitar um teto: R$ 100 mil mensais, por exemplo. Se aceitarem, bem. Se não, amém. Que procurem emprego no exterior. Em baixa, eles não serão contratados por país nenhum. Os treinadores brasileiros, com raras exceções, são fracassados.

Diferença é grande
O Flamengo partiu ontem para Doha, Catar, onde disputará o Mundial Interclubes. Todos apostam numa final com o Liverpool, embora seja preciso vencer o adversário da semifinal. Porém, não há como não ser franco. O Liverpool é mais time que o Flamengo e é o favorito. O rubro-negro pode até vencer, como fez em 1981, na única vez em que se enfrentaram. Porém, o time inglês comprova a superioridade dos europeus sobre as equipes brasileiras. Entretanto, se o Flamengo ganhar o bi Mundial, não será zebra. É um time muito forte, embora alguns degraus abaixo dos Reds.


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