Continue lendo os seus conteúdos favoritos.

Assine o Estado de Minas.

price

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Utilizamos tecnologia e segurança do Google para fazer a assinatura.

Assine agora o Estado de Minas por R$ 9,90/mês. ASSINE AGORA >>

Publicidade

Estado de Minas COLUNA HIT

No palco do Palácio das Artes, Lulu Santos faz declaração de amor a BH

O cantor apresentou, em quase duas horas e meia, 26 sucessos de seu repertório. No sábado (25/6), a banda Melim fez participação surpresa


28/06/2022 04:00 - atualizado 28/06/2022 07:39

Lulu Santos sorri, com os braços abertos, durante show na capital mineira
Cantor e compositor carioca falou de sua relação com BH (foto: Guilherme Leite Fotografia/divulgação)


Há motivos de sobra para a expectativa dos fãs de Lulu Santos que lotaram as duas apresentações do cantor e compositor em BH, no sábado (25/6) e domingo passados. Como não amar o carioca, rei do pop, que há 40 anos faz todo mundo se jogar na pista, na maior alegria. Sentimento que, desde a pandemia, ficou meio aprisionado, como nós mesmos. O reencontro tão esperado foi adiado por duas vezes, na última delas pelo fato de um dos integrantes da banda ter testado positivo para COVID.
 
Não que a espera tenha sido compensatória, melhor mesmo era que a COVID não continuasse a contaminar pessoas e afetar nossas vidas e os encontros. Mas ouvir Lulu depois de tanto tempo liberou a alegria que ainda não sentiu firmeza para colocar a cara na rua. No sábado, Lulu demonstrou sua felicidade de tocar em Belo Horizonte. As razões dele foram além do reencontro com shows presenciais.  "Um verdadeiro privilégio estar aqui e poder chamar Belo Horizonte de Base. Foi nesta cidade que há quatro anos encontrei o amor da minha vida", afirmou ele, sob aplausos, ao citar Clebson Teixeira. 

Lulu Santos, Gabi e Rodrigo, da banda Melim no palco
Lulu chamou ao palco Gabi e Rodrigo, da banda Melim, que estavam na plateia (foto: Guilherme Leite Fotografia/divulgação)


Segundo Lulu, foi nesse cenário que esse amor se desenvolveu, se desenrolou e se confirmou. "Da Savassi à Serra do Curral; da  Serra da Moeda ao Lourdes, Funcionários, dentro da Contorno, fora. E também em volta: Lagoa Santa, Cordisburgo, fui tão bem recebido, acarinhado aqui, que não posso fazer outra coisa a não ser agradecer a vocês. O espetáculo é de vocês, a casa é sua", afirmou, no primeiro papo com a plateia depois de cantar clássicos como “Toda forma de amor”, “Um certo alguém”, “Último romântico”, “Advinha o quê”, entre outras 22 canções apresentadas em pouco mais de duas horas de show.  
 
A plateia entrou de corpo e alma na festa de Lulu. Havia fãs com camisa de fã clube, havia as mais animadas que, em coro, gritaram “lindo”, para delírio de todos. O cantor lembrou que, em abril deste ano, tomou consciência do aniversário de 40 anos do primeiro álbum, “Tempos modernos”. Foi aplaudido. "Mas depois lembrei que o primeiro single foi lançado em 1981 e já tinha feito 40 anos. E daqui pra frente será 40 anos de alguma coisa", brincou, antes de tocar “Inocentes”, única canção que ele compôs na pandemia e que em 2062 completará 40 anos de lançamento. "Estamos combinados de aparecer em algum lugar nós todos", disse, prevendo comemoração no futuro. 

Foto mostra Palácio das Artes lotado durante show de Lulu Santos
Plateia de BH cantou os sucessos de Lulu Santos (foto: Guilherme Leite Fotografia/divulgação)


Lulu saiu do roteiro do show depois de localizar na plateia Rodrigo e Gabi, da banda Melim. "A minha avó é de BH", disse a cantora. "Gravamos essa canção (“Inocentes”) com Lulu, que faz parte das nossas influências. Se eu errar (a música) me perdoem, não estava preparada." Lulu contou que teve a felicidade de dividir a gravação com a Melim nos vocais. Para transmitir a mensagem, era necessário uma dose de doçura e, para mim,  o vocal da Melim é o como leite condensado gelado", comparou.

NO MUSEU MG COM PERNAMBUCO

 
Minas Gerais será palco da turnê nacional “Maracacongo”, projeto que une as culturas populares mineiras e pernambucanas. A iniciativa, aprovada pelo edital do Instituto Cultural Vale, tem como proposta festejar as danças, costumes e práticas dos povos negros e originários, unindo a cultura popular do maracatu rural, de origem da região da Zona da Mata Norte do estado, que é patrimônio cultural do Brasil, às tradições de Minhas Gerais.

No domingo (3/7), o projeto aporta no Memorial Vale, com oficinas de maracatu rural, congo e moçambique, às 10h; e, a partir das 13h, começam as apresentações culturais do maracatu Estrela de Ouro de Aliança (PE), grupo afro mineiro Negro Por Negro (Brumadinho), Afonjah de Olinda (PE) e a Sociedade Musical São Sebastião de Passagem de Mariana, em cortejos e na escadaria do Memorial Vale. Para participar é só chegar. Depois de Belo Horizonte, o projeto segue para Brumadinho, Congonhas, Mariana e finaliza a turnê em 16 de julho, no Festival de Inverno de Ouro Preto.

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade