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Estado de Minas HIT

Peça em cartaz no CCBB retoma cena em que chá é servido à plateia

A companhia Amok Teatro havia suprimido a cena de "Bordados" durante a pandemia. Peça mostra conversa entre mulheres enquanto apreciam a bebida


10/05/2022 04:00 - atualizado 10/05/2022 07:23

Atrizes vestidas com túnica e véu cantam em cena da peça bordados
Peça "Bordados" se vale de um chá entre mulheres árabes para lançar um olhar feminino sobre questões como afeto, empatia e amor (foto: Renato Mangolin/Divulgação)

Tem novidade na temporada do espetáculo “Bordados”, do Amok Teatro, que continua em cartaz no CCBB até o final do mês, de quinta a segunda. O serviço de cha à plateia, suspenso em virtude da pandemia, voltou a ser oferecido.

As mulheres são convidadas a assistirem ao espetáculo sentadas em cadeiras ao redor de mesinhas posicionadas quase dentro do palco, de onde elas vivenciam as histórias das personagens tomando chá.

“O chá na cultura árabe é o símbolo da hospitalidade, por isso uma forma de as atrizes acolherem o público feminino durante a apresentação.  Estamos felizes por retomar este momento, porque ele faz parte da cena. 

Essas mulheres se tornam cúmplices das personagens, uma vez que o que é dito ali só pode ser dito entre mulheres”, diz Ana Teixeira, diretora do Amok Teatro.

A montagem aborda um encontro entre mulheres árabes, que compartilham suas histórias ao longo de uma sessão de chá. A bebida é servida durante a apresentação, e o aroma de hortelã e chá verde perfumam o teatro.

AQUELE ABRAÇO
GIL POR MOISÉS

Nesta quarta-feira (11/5), chega às plataformas digitais o segundo EP do projeto “Aquele abraço, Gilberto Gil'', do cantor Moisés Navarro. O trabalho reúne “Fé menino” (1978), que tem único registro na voz de Ney Matogrosso no álbum “Feitiço”, daquele ano;  “A última coisa bonita” (1963), composta por Gilberto Gil em 1963 e gravada por ele três anos mais tarde. A gravação de Moisés Navarro é a primeira leitura oficial da canção. “Lente do amor” (1981) foi tema de abertura da série “Amizade colorida”, produzida e exibida pela Rede Globo no início dos anos 1980. “Amo tanto viver” foi lançada originalmente por Maria Bethânia no álbum “Talismã” (1980). Não há outro registro da música.

MERGULHO
ENCONTRO COM O MESTRE

Mergulhador e especialista em mercado financeiro, o carioca Marcus Werneck participou em Belo Horizonte de um treinamento para instrutores e assistentes da Mar A Mar. Considerado referência em mergulho no Brasil, ele falou aos 15 profissionais da escola sobre aprimoramento de técnicas de abordagem subaquáticas e desenvolvimento da psicomotricidade dos alunos de mergulho. “Como o Marcus Werneck é muito experiente, já atuou em várias certificadoras, ele traz uma visão sempre abrangente e enriquecedora, sem contar que o treinamento promove maior integração da equipe. Ganhamos em vários sentidos”, avalia Carlan Soares Lucas, instrutor e coordenador de treinamentos da Mar A Mar. Esta é a terceira vez que Marcus Werneck vem à escola, que duas vezes ao ano promove treinamentos para a equipe de profissionais da casa.

NA LITERATURA
PAI E FILHA

A estudante mineira da 6ª série Sophia Dornellas, de 11 anos, lançará o seu primeiro livro infanto-juvenil “O Rei de Branco e a Rainha da Noite” (Editora Uni Duni, 212 págs.), na Bienal Mineira do Livro, no próximo sábado (14/5), em bate-papo, das 16h às 17h, no BH Shopping. O livro foi escrito juntamente com o pai dela, o engenheiro mineiro Marcos Mota, de 46. Ele trabalha na Petrobras e decidiu se tornar escritor em 2009. Já publicou seis livros e tem muitos contos ainda não divulgados. Em 2014, escreveu o primeiro livro da coleção Objetos de Poder, lançado em 2015. Os livros são publicados pela Editora Lê e querem desempenhar um papel relevante e significativo na formação de leitores e escritores no cenário nacional. É professor de escrita criativa e se desafiou a ajudar a filha mais velha a escrever sua primeira obra. Sophia é apaixonada por literatura e música, estuda para se tornar pianista. Decidiu escrever seu primeiro livro com a ajuda do pai inspirada pela ópera "A flauta mágica", de Mozart. Ela quer incentivar crianças e adolescentes a também se tornarem escritores.

DISPARATE
SAVASSI/LEBLON

Leitor da coluna envia mensagem por e-mail mostrando-se horrorizado com as diferenças de preço entre a Zona Sul de Belo Horizonte e o Rio de Janeiro. "Preços nas alturas não são novidade nenhuma, em qualquer canto que se vá neste país, que parece perdido, sem uma política econômica capaz de combater a inflação", escreve, dando o seu recado. "Mas absurdo é constatar que, na Savassi, dois cafezinhos e dois pães na chapa custam a bagatela, veja você, de R$ 17,50. No Leblon, que já assustou o bolso, o mesmo pedido custou R$ 12", relatou. "São situações com tanta discrepância que nos fazem cada vez mais rogar a Deus por dias melhores. Imagine como o cidadão que vive com o salário mínimo deve estar sobrevivendo?", questionou.

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