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Estado de Minas EM DIA COM A POLÍTICA

O mal estar de Bolsonaro e a despedida da ministra da Agricultura

Já o ex-presidente da Petrobras general Joaquim Silva e Luna disse que "não há lugar para aventureiro'"


30/03/2022 04:00 - atualizado 30/03/2022 07:33

Bolsonaro e a ministra Tereza Cristina
Bolsonaro e a ministra Tereza Cristina em cerimônia do Dia Internacional da Mulher (foto: Flickr - 08/03/2019)
 
 O presidente Jair Messias Bolsonaro sentiu-se mal na segunda-feira e foi levado ao Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília. Ele deixou o HFA por volta das 6h30 de ontem. O ministro das Comunicações, Fábio Faria, publicou no Twitter que o presidente já tinha recebido alta. “Bom-dia com ótima notícia. O presidente já recebeu alta e está super bem!.”

Como tudo tem de passar por Minas Gerais na política nacional, ao ouvir de uma apoiadora vinda de Uberaba sobre a existência de um grupo chamado “Bolsolindas”, o presidente ironizou dizendo que a esquerda deveria lançar o “Bolsofeias”. A apoiadora contou ao presidente que o grupo vai uniformizado à abertura da ExpoZebu 2022, em 30 de abril, e convidou Bolsonaro a participar do evento.

Só que o presidente cumpriu agenda ontem foi em Ponta Porã, lá no Mato Grosso do Sul. “O mundo atravessa um problema sério com os fertilizantes, desde março do ano passado trabalhamos isso, o problema eclodiu há poucos meses, mas já estávamos tomando providências no tocante a isso. Não podemos deixar que ocorra no Brasil e no mundo, uma guerra pela segurança alimentar.” São as declarações ao discursar.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina Corrêa Dias, cumpriu a sua última agenda pública na pasta, antes de deixar o governo para concorrer a uma vaga ao Senado Federal, pelo Mato Grosso do Sul, nas eleições deste ano. Oficialmente, ela deixa o cargo hoje, depois de repetir o seu bordão de que o Brasil é “celeiro do mundo”.

“A PPI é política de preços para importação e é apenas uma referência, pelo amor de Deus. Nós ficamos 57 dias sem alterar os preços dos combustíveis. Nós informamos ao governo, deu toda essa confusão.” Sem citar a decisão do presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) de demiti-lo, o ex-presidente da Petrobras general Joaquim Silva e Luna discursou sobre a estatal em evento ontem, acrescentando ainda que na estatal “não tem lugar para aventureiro”.

E mandou um recado, que serve como um aviso, que é o resumo da história da Petrobras: “O mercado vai ficar com medo de intervenções nos preços da empresa. Como eu vou investir em um país que não tem estabilidade?”.

E deixou a pergunta no ar. Sendo assim, o melhor a fazer é encerrar, nada mais a acrescentar. Já é o suficiente.

Novo prefeito

Fuad Noman começou no serviço público como funcionário de carreira do Banco Central. Ele trabalhou no Tesouro Nacional, foi secretário-executivo da Casa Civil da Presidência da República, diretor do Banco do Brasil e presidente da BrasilPrev. “Cada um de nós tem seu estilo, sua forma de pensar. Kalil e eu fomos eleitos para governar Belo Horizonte, somos do mesmo partido, torcemos para o mesmo Galo, temos visões de mundo semelhantes e seguiremos o programa de governo.” O fato é que Fuad Noman (PSD) tomou posse ontem. Ele agora é o prefeito de Belo Horizonte.

Culpa da Dilma

“Um dos desafios é a hipertrofia do Congresso, que avançou sobre o Executivo em uma questão que é nossa, que é o Orçamento. Essa questão do orçamento começa com a Dilma Rousseff (PT), que tornou impositivas as emendas parlamentares. Agora é com a gente, com as emendas de relatores, que a imprensa chama de orçamento secreto.” A declaração é do vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, em palestra de abertura do 2° Seminário “O Brasil em Transformação”, realizado nas novas instalações da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados da Justiça Militar.

FHC nos cinemas

Belo Horizonte é uma das oito capitais que terá o documentário “O presidente improvável”. É sobre Fernando Henrique Cardoso, no circuito de cinemas. O filme traz uma série de diálogos de FHC com 20 personalidades, como os ex-presidentes Bill Clinton, dos EUA, e Ricardo Lagos, do Chile; os sociólogos e historiadores Manuel Castells, Maria Hermínia Tavares, Boris Fausto e Alain Touraine; e ex-ministros como Pedro Malan, Gilberto Gil, Raul Jungamnn, Barjas Negri, Nelson Jobim, Pérsio Arida, entre outras e outros.

A repercussão

“Em menos de quatro anos, teremos a terceira mudança no comando do MEC. Enquanto a educação não for prioridade, o futuro de muitos jovens será comprometido. Chega de politicagem!” A declaração é do deputado federal Felipe Rigoni (União-ES). Relatora da comissão externa, a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) disse que mais um ministro caiu “deixando rastro de incompetência, corrupção e retrocessos no MEC”. Já a líder do Psol, Sâmara Bonfim, de São Paulo, defendeu que Milton Ribeiro responda por seus crimes.

Por fim…

A paz ainda não chegou no ninho tucano. João Doria recebeu uma ligação de Eduardo Leite dizendo que vai respeitar a decisão das prévias do PSDB. “Essa decisão foi muito ponderada e estou convicto do caminho que estamos adotando, para poder dar minha colaboração na direção de fazer uma política com mais tolerância, mais respeito, como fizemos aqui no Rio Grande do Sul. Quero dar a minha contribuição ao Brasil.” Em entrevista à GloboNews, entretanto, Leite disse que Doria pode desistir. O presidente do PSDB, Bruno Araújo, disse que pode não ser o governador de São Paulo, João Doria, e nem o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

PINGA FOGO

  • Em tempo, sobre a nota “FHC nos cinemas”: o filme chega aos cinemas de BH em 31 de março. O filme é dirigido por Belisario Franca e tem produção da Giros Filmes. Fernando Henrique Cardoso tem de fato uma trajetória política que merece uma ida aos cinemas.
  • Mais um Em tempo, desta vez da deputada Sâmara Bonfim (Psol), que pegou pesado: “É vitória para quem defende a educação pública. Sabemos que Bolsonaro pode apresentar um nome ainda pior, mas temos que seguir a luta pela queda e enfraquecimento desse governo de criminosos”.
  • O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) disse, ontem, que a condenação do ex-procurador Deltan Dallagnol a indenizar o ex-presidente Lula em R$ 75 mil, por danos morais, é injusta e uma inversão de valores. Em 2014, surgiu a esperança da cura desse câncer, chamado corrupção.
  • “A Operação Lava-Jato da Polícia Federal (PF), em conjunto com o Ministério Publico Federal (MPF), em poucos anos conseguiu provas cabais que levaram à condenação de dezenas de políticos e empresários muito poderosos”. Ainda de Eduardo Girão.
  • Mais um, sobre a nota “Por fim”: de acordo com Eduardo Leite, assim como João Doria, ele está disposto “para apoiar quem tiver condição de rivalizar com Bolsonaro e Lula, mas tem muita gente que entende que eu devo liderar um processo como esse”. É o bastante por hoje, FIM!
 
 

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