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Superar pequenos problemas diários na pandemia é um castigo

Demandas corriqueiras, como recebimento de boleto ou conserto de eletrodomésticos, se tornam calvário


postado em 22/06/2020 04:00

Problema traumatizante nesse tempo de pandemia é sem dúvida a dificuldade de comunicação. O que acontece com essa prisão involuntária é que todos os serviços domésticos sofrem problemas que precisam ser corrigidos por terceiros e ter um profissional em casa para corrigir o erro é a maior dificuldade. E isso acontece com tudo, inclusive com cobranças. Tenho que pagar mensalmente um credito e manutenção de um condomínio. Antes da COVID-19, recebia o boleto de pagamento pelo correio e pelo e-mail. Atualmente, a Pacto, que controla o condomínio, não manda nem um nem outro. No mês passado, cansada de tanto esperar, resolvi telefonar para a empresa, pedindo o boleto de cobrança. Atenderam com rapidez e mandaram o boleto cobrando juros pelo atraso que foi culpa deles.

Este mês o problema segue o mesmo caminho. Na semana passada, levei duas manhãs tentando falar com a empresa, sem conseguir. O atendimento nos manda para um número que toca até desligar, sem nenhum retorno. Ou, quando o funcionário atende, te deixa esperando até a ligação desligar, sem nenhum progresso. Não posso saber como é que isso se passa, porque recebo pelo correio até correspondência de empresas oferecendo crédito em cima de aposentadoria. O máximo que emprestam é R$ 10 mil. Acho a maior graça nesse trabalho, e constato que a oferta pela internet não está sendo tão constante quanto era. Então, não entendo a razão de uma empresa encarregada de fazer a cobrança do condomínio de um apartamento não consiga fazê-lo nem pelo meu endereço no computador e nem pelo correio.

Outro lance importante é o conserto de eletrodomésticos. Tenho meus atendentes de sempre – mas a presteza virou verdadeiro caos. Passo o tempo, agora, no telefone, pedindo a um e outro que compareça. As vezes o atendimento, que era imediato, está demorando dois dias ou mais. É claro que ninguém perde nada se o forno está queimado ou outro aparelho qualquer saiu do ar. Mas esse tipo de serviço piorou tanto, que na realidade, a vontade que dá é sair e comprar outro aparelho para ter um substituto à mão.

Problema que também me desespera, e sobe minha glicose e meu índice diabético é sem dúvida a ligação de meu home office com a sede no jornal. O que demorava segundos ou no máximo um ou dois minutos no trabalho presencial, na redação, costuma demorar um tempo imenso, perco sempre a paciência e tenho que aprender – e não consigo – a esperar e esperar até que o comando funcione. Não sei quanto tempo essa história vai funcionar – e o pensamento geral é que vamos virar o ano dentro desse clima de incertezas e dificuldades.

Junto com todos esses pequenos inconvenientes diários e constantes é sem dúvida fazer compras para a intendência doméstica. É claro que não é culpa dos donos das mercearias, mas o que falta realmente não faz falta para o preparo de refeições. Só preço é que apavora. Como é que uma lata de leite condensado diet pode custar quase R$ 19? Não tenho muita certeza, mas tenho reparado que depois que a pandemia bateu em nossa porta todos os produtos diet estão custando os olhos da cara. Só meio quilo de açúcar está por R$ 60. Ou você paga ou passa a vida sem comer nada doce, por causa do diabetes.

REDE MATER DEI REALIZA CONSULTORIAS

A pandemia do coronavírus tem provocado profundas mudanças nos hábitos e comportamentos da população. Um dos pontos mais relevantes têm sido as práticas de isolamento e distanciamento sociais para desacelerar a transmissão do vírus. No Brasil, as medidas têm sido intensificadas ou flexibilizadas em função do número de casos e a capacidade de resposta do sistema de saúde. Em Minas Gerais, vários segmentos da sociedade estão retomando as atividades. E isso deve ser feito de forma ordenada e segura. Para isso, a Rede Mater Dei de Saúde está compartilhando a expertise técnica com empresas parceiras, como Minasligas e a Villefort na retomada das atividades para que tenham a segurança e a tranquilidade de oferecer aos funcionários e aos clientes as melhores práticas de prevenção e controle da disseminação do coronavírus.

A parceria foi feita também com a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) para a reabertura e retomada controlada dos shoppings em Minas Gerais. Para o presidente da Rede Mater Dei de Saúde, Henrique Salvador, é importante que as organizações elaborem um plano de retorno para impedir a propagação da COVID-19 e reduzir o impacto da contaminação no local de trabalho. “Havíamos percebido uma demanda crescente por parte de empresas por um cuidado de seus funcionários. Por isso, implementamos, desde 2019, o serviço de Saúde Corporativa em instituições, dentro do conceito de Atendimento Integral à Saúde. E, agora, mais especificamente, estamos ampliando essa atuação contribuindo por meio de consultorias na preparação para a volta das atividades comerciais”, afirma o presidente.

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