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Turismo começa a sofrer com nova variante do coronavírus


30/11/2021 04:00 - atualizado 30/11/2021 07:25

Aeroporto de Confins inicia testes de embarque com reconhecimento facial. Passageiros voluntários da Azul Linhas Aéreas serão convidados a experimentar a tecnologia e participar da fase de testes no aeroporto.
Passageiros aguardam embarque com uso de máscaras: setor turístico teme efeito de novas restrições e fechamento de fronteiras (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press - 28/5/21)
Um empresário paulista do ramo de turismo está preocupado com a variante Ômicron do novo coronavírus. “O setor não tem como suportar novas restrições de circulação”, diz. “Minha agência perdeu 80% do faturamento no auge da pandemia. Agora estava retomando as vendas, e surge essa história. Assim vai ser impossível sobreviver.”

Ele fez o desabafo ao descobrir que o Japão fechou suas fronteiras a visitantes do exterior. Quem tinha viagem programada terá de negociar novas datas com as operadoras, e isso nem sempre é fácil. No segmento aéreo, o cenário é de tensão.

“Os governos estão respondendo aos riscos de uma nova variante do coronavírus em modo de emergência, causando medo entre os viajantes”, criticou Willie Walsh, diretor-geral da Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata). O mundo já viu esse filme antes e ele não terminou bem. Espera-se, porém, que a Ômicron seja rapidamente derrotada pela ciência.

Ômicron não ameaça a economia global


Há mais dúvidas do que certezas sobre a gravidade da variante Ômicron, mas é tido como certo que ela não provocará os estragos que o início da pandemia trouxe para a economia global. O mundo aprendeu nos últimos dois anos a lidar com as restrições impostas pelo coronavírus e é provável que os programas de vacinação já consolidados funcionem como uma barreira contra a disseminação da doença. A exceção deverá ser o setor de turismo e viagens, que não tem como se proteger contra o fechamento das fronteiras.

Inovação está distante da realidade das empresas


A inovação virou tema obrigatório no mundo corporativo, mas ela não está tão presente na rotina das empresas. Segundo estudo feito pelo Instituto FSB Pesquisa a pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI), só 51% das indústrias nacionais têm um setor específico para isso. Os dados também revelaram que 63% sequer têm orçamento reservado para inovação e 65% não dispõem de profissionais exclusivamente dedicados a inovar. Isso explica por que o Brasil faz feio em rankings internacionais.

Lendas corporativas também perdem o emprego


Ninguém está imune às pressões por desempenho. Jack Dorsey (foto), um dos fundadores do Twitter, foi obrigado a deixar a empresa sob a acusação de não dar atenção a ela. Dorsey dividia o tempo entre as atribuições no Twitter e na empresa de pagamentos digitais Square. Afastamentos de executivos renomados são mais comuns do que se imagina. O próprio Dorsey foi demitido em 2008, mas voltou em grande estilo depois. Steve Jobs, o gênio da Apple, foi dispensado da empresa por atritos com diretores.

Rapidinhas

A empresa de planos de saúde Qualicorp e a Orthopride, maior rede de clínicas dentárias do Brasil, assinaram uma parceria inspirada no conceito store-in-store. Pelo acordo, a Qualicorp instalará nas lojas Orthopride quiosques para vender seus produtos. O projeto será iniciado em Belo Horizonte e na Grande Rio de Janeiro.

O grupo espanhol Acciona entrou no mercado brasileiro de energia renovável com a compra de um projeto eólico na Bahia que pertencia à Casa dos Ventos. São dois parques que, juntos, deverão receber investimentos de aproximadamente R$ 5 bilhões. Com atuação de duas décadas no Brasil, a Acciona quer aumentar os aportes em infraestrutura.

A desaceleração econômica derrubou o Índice de Confiança do Comércio medido pela Fundação Getulio Vargas. O indicador caiu 6,2 pontos em novembro. Em médias móveis trimestrais, recuou 4,3 pontos – foi a terceira queda consecutiva. Segundo a FGV, os consumidores brasileiros estão preocupados com a alta da inflação.

A nova era digital impulsiona o mercado de smartphones no Brasil. De acordo com dados da Anatel, o número de celulares habilitados no país cresceu 11% de junho de 2020 até setembro de 2021. São 249,4 milhões de chips em operação. É mais do que toda a população brasileira, além de representar o maior volume desde 2016.

''Temos um Banco Central fraco, que vai errar como errou no passado. Errou dizendo que não ia ter inflação e agora vai errar de novo achando que a inflação vai ser mais alta''

Pedro Cerize, gestor da Skopos e sócio da casa de análise Inversa


US$ 17,6 bilhões


É quanto a montadora japonesa Nissan vai investir para desenvolver baterias de carros elétricos
 

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